Ementas

Nível: Mestrado / Doutorado

Área de Concentração: Comum a Todas as Áreas

Natureza: Eletiva

EMENTA

Definições: conhecimento, ciência e epistemologia. Métodos de epistemologia. Epistemologia nas ciências. Variáveis dependentes e independentes. Diferentes níveis de medida. Como a causa afeta a hipótese. Explicação e predição. Ferramentas para pesquisa. Tipos de experimentos. Epistemologia, Ciência e Engenharia e Gestão do Conhecimento.

BIBLIOGRAFIA

BACHELARD, G. (1993): A Epistemologia. Lisboa, Edições 70.
BONJOUR, Laurence, Epistmology: Classic Problems and Contemporary Responses (New York: Rowman and Littlefield, 2002).
DURKE, Peter. Uma História Social do Conhecimento: de Gutenberg a Diderot. Rio de Janeiro: Zahar (editor). 2003.
GIORDAN, A., e DE VECCHI, G. (1996): As origens do saber: das concepções dos aprendentes aos conceitos científicos, segunda edição. Porto Alegre, Artes Médicas.
MOSER, Paul K. and Arnold vander Nat, eds. Human Knowledge: Classical and Contemporary Approaches, Third Edition (Oxford: Oxford University Press, 2003).

Nível: Mestrado / Doutorado

Área de Concentração: Comum a Todas as Áreas

Natureza: Obrigatória

EMENTA

Apoio aos alunos em seu processo de pesquisa para trabalho de conclusão. Respeitando os planos de trabalho com seus orientadores, a disciplina permite a exposição, crítica e melhoramento de dissertações e teses em curso. Compartilhamento de conhecimento: incentivar e proporcionar ao corpo discente a troca de conhecimentos sobre os trabalhos em curso nas áreas de Engenharia, Gestão e Mídia. Alinhamento dos problemas de pesquisas: efetivar o alinhamento dos problemas de pesquisa das teses e dissertações com as linhas de pesquisa do EGC. Obs: essa disciplina é ofertada ao longo de dois trimestres, de forma contígua.

BIBLIOGRAFIA

BUSSAB, Wilton O.; MORETTIN, Pedro A. Estatística básica. São Paulo, Atual, 1987.
CHALMERS, Alan F. A fabricação da ciência. São Paulo, EDUNESP, 1994.
COSTA, Newton C.A. O conhecimento científico. São Paulo, Discurso Editorial, 1997. USP.
EPUSP. Diretrizes para apresentação de dissertações e teses. São Paulo, EPUSP, 1991.
VARGAS, Milton. Metodologia da pesquisa tecnológica. Rio de Janeiro, Globo, 1985.
VERA, Asti. Metodologia da pesquisa científica. São Paulo, Globo, 1989.

Nível: Mestrado / Doutorado

Área de Concentração: Comum a todas as áres

Natureza: Eletiva

EMENTA:
O que é ciência. Abordagem positivista. Abordagem interpretativa. Abordagem da complexidade e Metatriangulação. Multidisciplinaridade, interdisiplinaridade e transdisciplinaridade. Pesquisa tecnológica e pesquisa científica. Projeto de pesquisa.

BIBLIOGRAFIA:

FUNDAMENTAL SOBRE PROJETO DE PESQUISA

ECO, U. Como se faz uma tese. São Paulo: Ed Perspectiva, 1977.

VERGARA, S.C. Projetos e relatórios de pesquisa em Administração. 3. Ed. São Paulo: Atlas, 2000.

Para MELHORAR A REDAÇÃO

COIMBRA, O. O texto da reportagem impressa: um curso sobre sua estrutura. São Paulo: Ática, 1993.

ASSUMPÇÃO, M.E.O.; BOCCHINI, M.O. Para escrever bem. São Paulo: Manole, 2002.KOCH, I.V. A coesão textual. São Paulo: Contexto, 1989

PERROTI, E.M.B. Superdicas para escrever bem diferentes tipos de texto.São Paulo: Saraiva.2009.

COMO ESCREVER UM ARTIGO-(A ESCRITA)

a. KERN, V. Guia de preparação de artigos. 2004. (MOODLE)

b. Ashby, M. How to Write a Paper. 2005. Disponível em: http://www-mech.eng.cam.ac.uk/mmd/ashby-paper-V6.pdf. Em: 02/03/2010.

COMPLEMENTAR

BERGER, P.L.; LUCKMANN, T. A construção social da realidade. 11a Ed. Petrópolis : Vozes, 1973.

De BRUYNE, P. et. al. Dinâmica da pesquisa em ciências sociais. 5a Ed. Rio de Janeiro : Francisco Alves, 1991.

GLASSER, B.G. and STRAUSS. A.L. The discovery of grounded theory: Strategies for qualitative research. New York : Aldine de Gruyter, 1967.

HUGHES, J. A filosofia da pesquisa social. Rio de Janeiro : Zahr, 1980.

KNELLER, G. F. A ciência como atividade humana. Rio de Janeiro : Zahr, 1980.

MERRIAM. S. B. Qualitative research and case study applications in education. San Francisco (CA) : Jossey-Bass. 1998.

MORGAN, G. AND SMIRCICH, L. The case for qualitative research Academy of Management Review, v. 5, n. 4, 1980, pp. 491-500.

MORGAN, G. Paradigms, Metaphors, and Puzzle Solving in Organization Theory. Administrative Science Quarterly, v. 25, 1980, pp. 605-622.

SANDSTROM, K. L.; MARTIN, D. D. FINE, G. A. 2. Ed. Sybols, selves and social reality. Los Angeles: Roxbury Publishing Company, 2006.

SPRADLEY, J. P. Participante observation. Orlando: Harcourt Brace Jovanovich College Publishers, 1980.PRADLEY, J. P. The ethnographic interview. Belmont (CA) :Wadsworth, 1979.

STRAUSS, A. and CORBIN, J. Basics of qualitative research: Grounded theory procedures and techniquoes. London : Sage, 1990.

STRAUSS, A.L. Qualitative analysis for social scientists. Cambridge : Cambridge University Press, 1987.

Nível: Mestrado / Doutorado

Área de Concentração: Gestão do Conhecimento

Natureza: Eletiva

EMENTA: Fundamentos conceituais da gestão do conhecimento. Fundamentos teóricos da gestão do conhecimento. Fundamentos metodológicos da gestão do conhecimento. Fundamentos organizacionais da gestão do conhecimento. Fundamentos de um programa de gestão do conhecimento organizacional. Desafios futuros da gestão do conhecimento nas organizações.

BIBLIOGRAFIA:

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YOUNG, Ronald (Ed.) Knowledge Management Tools and Techniques Manual. Published by the Asian
Productivity Organization, Tokyo, 2010.

Nível: Mestrado / Doutorado

Área de Concentração: Engenharia do Conhecimento

Natureza: Eletiva

EMENTA: Conceitos gerais. Princípios e processos da engenharia do conhecimento. Histórico, evolução da área de engenharia do conhecimento. Os processos da engenharia do conhecimento: identificação, aquisição, formalização, representação, distribuição, implementação, avaliação e manutenção. Principais metodologias da engenharia do conhecimento.

BIBLIOGRAFIA:

SCHREIBER, G; AKKERMANS. H; ANJEWIERDEN, A.; HOOG, R.; SHADBOLT, N.; Van de Velde, W; and Wielinga, B. Knowledg Engineering and Management: The CommonKADS Metodology. MIT Press, ISBN 0262193000. 2000

NISSEN, M. E., Harnessing knowledge dynamics: Principled Organizational Knowing and Learning. Hershey: IRM Press, 2006.

Nível: Mestrado / Doutorado

Área de Concentração: Gestão do Conhecimento

Natureza: Eletiva

EMENTA: Conceitos gerais. Princípios e processos das mídias do conhecimento. Ambiente para a disseminação do conhecimento. Modelos e Métodos de disseminação do conhecimento. Técnicas de disseminação (preservação) do conhecimento. Sistemas de disseminação (preservação) gestão do conhecimento nas instituições sociais. Pesquisa em disseminação (preservação) do conhecimento nas instituições sociais.

BIBLIOGRAFIA:

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Hill, A. and Watson, J. (1997). A Dictionary of Communication and Media Studies. London: Arnold.

Identificación de las necesidades de información del usuario: un estúdio

Katarina Stanoevska-Slabeva University of St. Gallen, Switzerland Concept of Knowledge Media: The Past and Future l

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MUELLER, S. P. M. A Comunicação científica e o movimento de acesso livre ao conhecimento. Ciência da Informação. Brasília, v.35, n.2, p.27-38, maio/ago. 2006. Disponível em:<http://revista.ibict.br/index.php/ciinf/article/view/826/668>

NISSEN, M. E., Harnessing knowledge dynamics: Principled Organizational Knowing and Learning. Hershey: IRM Press, 2006.

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TATNALL, A., OSORIO, J., and VISSCHER, A., Information Technology and Educacional Management in the Knowledge Society. Boston: Springer Science + Business Media, Inc., 2005.

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Nível: Mestrado / Doutorado

Área de Concentração: Comum a todas as áreas

Natureza: Eletiva

EMENTA: Ambientes computacionais e Tecnologia da Informação para Engenharia e Gestão do conhecimento. Elementos de hardware e software. Tecnologias de telecomunicações e redes de informação; considerações de desenho, gerência e manutenção. Redes de voz e dados, redes locais e de banda larga; concepção geral de gerência de redes. Tendências da indústria. Tecnologia da Informação e mudanças de paradigma:no ambiente de negócios das empresas, na tecnologia e no seu uso na organização Técnicas e teorias para analisar e modelar custos do uso das tecnologias de informação, telecomunicação e serviços. Estudos de caso de análise de custo / benefício.

BIBLIOGRAFIA:

Barry Wellman, Caroline A. Haythornthwaite (Editors). The Internet in Everyday Life – The Information Age. Blackwell Publishers; 2003. ISBN: 0631235086

Tanenbaum, Andrew S.. Computer Networks. Prentice Hall PTR; 4th edition, 2002,ISBN: 0130661023 Keith Sutherland. Understanding the Internet: A Clear Guide to Internet Technologies. Butterworth-Heinemann; 2000. ISBN: 0750645555

Thompson, R; Cats-Baril, Information Technology and Management, McGraw-Hill/Irwin; ISBN: 0256176183, Hardcover (2nd)

Turban, E., Wetherbe, J e Mc.Lean, E. (2001).Information Technology for Management: Making Connections for Strategic Advantage. 2ª Edição.New York; John Wiley and Sons.

Nível: Mestrado / Doutorado

Área de Concentração: Engenharia do Conhecimento

Natureza: Optativa

Ementa

Arquitetura de computadores modernos. Contextualização da taxonomia de Flynn (SISD,SIMD,MISD,MIMD). Redes de Interconexão. Multicomputadores. Multiprocessadores. Máquinas com Acesso Uniforme à Memória (UMA). Multiprocessores simétricos (SMP). Máquinas com Acesso Não Uniforme à Memória (NUMA). Máquinas com Coerência de Cache e Acesso Não Uniforme à Memória (ccNUMA). Processadores Massivamente Paralelos (MPP). Sistemas Distribuídos. Clusters. Grids. Clouds.

Bibliografia

Dantas, Mario, Computação Distribuída de Alto-Desempenho: Redes, Clusters e Grids Computacionais, Axcel Books, 2005, ISBN 85-7323-240-4.
Buyya, Rajkumar (Ed.). High Performance Cluster Computing: Programming and Applications. Prentice-Hall, 2v. ISBN 0-13-013785-5, 1999.
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Culler, D.E., Singh, J.P., Parallel Computer Architecture – A Hardware/Software Approach, Morgan Kaufmann, ISBN 1-55860-343-3, 1999.
Flynn, M., Some Computer Organizations and Their Effectiveness, IEEE Transaction on Computers, Vol. C-21, pp. 94, 1972.
Moore, G. E. , Cramming more Components onto Integrated Circuits, Electronics, Volume 38, Number 8, April 19, 1965. Disponível online 2004 em: ftp://download.intel.com/research/silicon/moorespaper.pdf.
Pakstas, Algirdas; Schagaev, Igor; Zalewski, Janusz. Redundancy Classification for Fault Tolerant Computer Design. In: IEEE International Conference on Systems, Man and Cybernetics,Tucson, Arizona, USA. p. 3193-3198, 2001.
Patterson, D. A, Hennessy, J.L., Computer Organization and Design Second Edition : The Hardware/Software Interface, Morgan Kaufmann; 2nd edition, ISBN: 1558604286, 1997.
Pfister, G.F., In Search of Clusters – The Ongoing Battle in Lowly Parallel Computing, Second Edition, Prentice-Hall, ISBN 0-13-899709-8, 1998.
Shirazi, Behrooz A.; Hurson, Ali R.; Kavi, Krishna M. (Eds.) Scheduling and Load Balancing in Parallel and Distributed Systems. Los Alamitos, CA, USA: IEEE Computer Society, 503p, ISBN 0-8186-6587-4, 1995.
Tanenbaum, A S., van Steen, M., Distributed Systems: Principles and Paradigms, Prentice Hall; 1st edition, ISBN: 0130888931, 2002.

Nível: Mestrado / Doutorado

Área de Concentração: Mídia e Conhecimento

Natureza: Eletiva

EMENTA

Conceitos de ontologia. Tipos de ontologias. Linguagens de ontologias. Web Ontology Language (OWL). Metodologias de desenvolvimento de ontologias. Prática de desenvolvimento de ontologia.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

GÓMEZ-PÉREZ, A.; Fernández-López, M.; Corcho, ON. Ontological Engineering. Springer Verlag. 2004.

HODGSON, Ralph, Supporting the Complete Semantic Application Lifecycle – Netherlands Ministry of Justice Metadata Workbench, Webinar, 2010.

HEPP, Martin, De Leenherr, et al. Ontologies: State Of The Art, Business Potential, And Grand Challenges in, Ontology Management: Semantic Web, Semantic Web Services, and Business Applications, Springer, 2007, pp 3-22.

HUSSELR, Edmund. Moran, Dermot, Lógical Investigations, volume 1 . Routledge 2001

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POLI, Roberto, Descriptive, formal and formalized ontologies. In Husserl’s logical investigations reconsidered. Fisette, pg. 93-210, 2003

PRESUTTI, Valentina., Daga, Enrico., Gangemi Aldo et al. eXtreme Design with Content Ontology Design Patterns Semantic Technology Laboratory, ISTC-CNR – 2009

SOWA John F., Knowledge Representation: Logical, Philosophical, and Computational Foundations, Brooks Cole Publishing, Pacific Grove, CA, 2000.

VITVAR, Tomas et. al. Semantic Technologies for e-Government, Springer-Verlag Berlin, Heidelberg Dordrecht. Innsbruck, Austria. 2010.

Nível: Mestrado / Doutorado

Área de Concentração: Comum a todas as áreas

Natureza: Eletiva

EMENTA: Conceitos de Educação, Ensino e Educação a Distância. Legislação e sistemas de regulação. Instrumentos para credenciamento e avaliação institucional. Gestão e planejamento institucional em EaD. Organização de equipes e Infraestrutura. Tecnologias, mídias e materiais Didáticos para EaD. Educação a distância: implicações pedagógicas e inovação.

Nível: Mestrado / Doutorado

Área de Concentração: Engenharia do Conhecimento

Natureza: Eletiva

EMENTA

Inovação: importância e conceito; Perspectiva histórica dos processos de inovação; Front end da inovação; identificação e seleção de oportunidades; geração e seleção de ideias; desenvolvimento e seleção de conceitos; inteligência competitiva; inteligência empresarial; redes sociais; modelos de negócio.

BIBLIOGRAFIA

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Nível: Mestrado / Doutorado

Área de Concentração: Comum a todas as áreas

Natureza: Eletiva

EMENTA: Disciplina de capacitação do aluno sobre as oportunidades existentes de planejamento de novos negócios baseados em inovações. Inovação será definida num contexto amplo, envolvendo tanto a inovação tecnológica, a mais conhecida, até as inovações de gestão, processo, produto, serviço e mercado. Empreendedorismo será abordado como uma oportunidade de criação de uma nova empresa ou de um novo negócio dentro de uma empresa já existente. Dentre as formas de dinheiro possíveis para o novo negócio, será enfatizado o capital de risco, o chamado dinheiro inteligente. Em cada edição da disciplina, será sugerido um tema central de momento para o desenvolvimento dos trabalhos.

· INOVAÇÃO: O que é? Como caracterizá-la? O processo da inovação entre o conhecimento e o mercado. Tipos de inovação. Exemplos.

· OPORTUNIDADE: Onde nascem as inovações? O reconhecimento da oportunidade. A necessidade e a carência. O fator atenção. Risco x retorno.

· IDEIA/NEGÓCIO: Desenvolvimento da ideia inicial e do negócio de cada GT. Descrição do negócio em 1 minuto.

· EMPREENDEDORISMO: Como começar uma nova empresa ou um novo negócio em uma empresa já existente? Quem é você? Qual o seu sonho?

· MERCADO: Identificação precisa do comprador e do usuário final do produto/serviço a ser desenvolvido. Competição nacional e internacional.

· DINHEIRO: As formas possíveis de dinheiro para o negócio. Empréstimo, subvenção e capital de risco. Como obter recursos para o empreendimento.

· CAPITAL DE RISCO: O que é. Como alcança-lo. Quem são os investidores. Processo de investimento. Plano de negócios.

· APRESENTAÇÃO: Os GTs apresentam seus trabalhos e recebem a avaliação dos seus planos de negócio.

BIBLIOGRAFIA:

Dolabela, Fernando. O segredo de Luísa. (Rio de Janeiro, Sextante, 2008). 299pp.

Salim, Cesar Simões. Construindo planos de empreendimentos. (São Paulo, Editora Campus, 2010). 296pp.

Costa, Eduardo. Global e-commerce strategies for small businesses. (Cambridge, MIT Press, 2001). 202pp.

Nível: Mestrado / Doutorado

Área de Concentração: Mídia e Conhecimento

Natureza: Eletiva

EMENTA: A metodologia do Design Thinking e a Interdisciplinaridade. Do design de produtos e serviços ao Design de Experiências. Ferramentas do Design Thinking. Apresentação de casos.

BIBLIOGRAFIA:

Básica

BROWN, T. Design Thinking. Uma metodologia poderosa para decretar o fim das velhas idéias. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.

Suplemantar

FIALHO, F. Psicologia das Atividades Mentais. Florianópolis: Insular, 2011

Grinberg, L. P. Jung: o homem criativo. São Paulo: FTD, 1997.

NORMAN, Donald. Emotional Design: Why We Love (or Hate) Everyday Things. New York: Basic Books, 2004.

NORMAN, Donald. O design do dia-a-dia. Rio de Janeiro: Rocco, 2006

WILBER, Ken. Uma teoria de tudo: uma visão integral para os negócios, a política, a ciência e a espiritualidade. São Paulo: Cultrix, 2003.

GOLEMAN, Daniel. & Kaufman, Daniel & Ray, Michael. Espírito criativo. São Paulo: Cultrix, 2003.

GRAMIGNA, Maria R.. Líderes inovadores: ferramentas de criatividade que fazem a diferença. São Paulo: M.Books, 2004.

Nível: Mestrado / Doutorado

Área de Concentração: Gestão do Conhecimento

Natureza: Eletiva

EMENTA: Ciência e pensamento complexo. Conhecer, seres vivos e história. Sociedade, linguagem e conhecimento. Eras psíquicas da humanidade. História e evolução da sociedade humana. O conversar liberador. A organização que aprende. Mente, corpo e natureza. Sistemas, hierarquias e hólons. Tempo e evolução da civilização. Ética pós-moderna.

BIBLIOGRAFIA:

1. MATURANA e VARELA. A árvore do conhecimento: as bases biológicas da compreensão humana. São Paulo: Palas Athena, 2001.

2. SENGE, Peter M. A Quinta Disciplina. Best Seller Ltda.

3. EISLER, Riane. El Cáliz y la Espada? Nuestra historia, nuestro futuro. Cuatro vientos.

4. VARELA, Francisco. A mente corporea. Editora: Instituto Piaget.

5. BATESON, G. Mente e natureza.

6. KOESTLER, Arthur. O Fantasma da Máquina. Zahar Editores. 1967.

7. PIRSIG, Robert M. Zen e a arte da manutenção de motocicletas. Rio de Janeiro: Paz e Terra. 1988, 388 pgs.

8. RUSSELL, Peter. O buraco branco do tempo: nossa evolução futura e o significado do agora. SP: Aquariana, 1992.

9. BAUMAN, Zymunt. Vida em fragmentos: sobre a ética pós-poderna. RJ: Zahar, 2011.

Nível: Mestrado / Doutorado

Área de Concentração: Mídia e Conhecimento

Natureza: Eletiva

EMENTA: Conceitos, técnicas e exercícios de criatividade. O processo criativo. Características da pessoa criativa. Como estimular a criatividade. Técnicas e Exercícios de desenvolvimento da criatividade.

BIBLIOGRAFIA:

ALENCAR, Eunice N.L. Soriano de. Como desenvolver o potencial criador. Petrópolis: Vozes, 1991.

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ALENCAR, Eunice Soriano de. Criatividade. Brasília: Ed. UnB, 1993.

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MASI, Domenico de. Desenvolvimento sem Trabalho. São Paulo: Esfera,1999.

MASI, Domenico de.O Futuro do Trabalho.Rio de Janeiro: José Olympio, 1999.

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MINICUCCI, Agostinho. Dinâmica de grupo: Manual de técnicas. São Paulo: Atlas, 1980.

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OECH, Roger Von. Um Toc na Cuca. São Paulo: cultura,1995.

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WEISBERG, Robert W. Creatividad el genio y otros mitos. Calabria: Labor, 1987.

Nível: Mestrado / Doutorado

Área de Concentração: Engenharia do Conhecimento

Natureza: Eletiva

EMENTA

Conceitos de Estética e Semiótica, como bases para uma Filosofia da Linguagem. Fundamentos estéticos e semióticos na cognição, na produção e na comunicação de conhecimentos. Análise dos elementos estéticos e semióticos na linguagem e na mídia.

BIBLIOGRAFIA

COSTA, A. R. C.; BORTOLATO, M. M.; PERASSI, R. L. Estudo semiótico da interface gráfico-digital interativa Picasso Head. Estudos Semióticos, vol. 7, n. 1, p. 114-125. Disponível em: < http://www.fflch.usp.br/dl/semiotica/es/>. Acesso em: 09 Fev. 2011.

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Nível: Mestrado / Doutorado

Área de Concentração: Comum a todas as áreas

Natureza: Eletiva

EMENTA: Conceituação de jogos e técnicas vivenciais e suas diferenças. Empreendedorismo e competências empreendedoras. Criatividade e Inovação. Jogos e Técnicas Vivenciais para o empreendedorismo. Vivências práticas.

BIBLIOGRAFIA:

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MASI, Domenico de. O ócio criativo. Rio de Janeiro: Sextante, 2000.

MINICUCCI, A. Dinâmica de Grupo: teorias e sistemas. São Paulo: Atlas, 2002.

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ULBRICHT, Vania Ribas; VANZIN, Tarcísio; ZANDOMENEGUI, Ana Lúcia A. de O. Criatividade & Conhecimento. Florianópolis: Pandion, 2010.

YOZO, R. Y. K. 100 Jogos para Grupos: uma abordagem psicodramática para empresas, escolas e clínicas. São Paulo: Agora, 1996.

Nível: Mestrado / Doutorado

Área de Concentração: Gestão do Conhecimento

Natureza: Eletiva

Ementa

Conceito de Homem e de mundo em Jung. Conceitos de Gestão de Pessoal desde Ford às Empresas de Conhecimento até a Gestão de Si Mesmo. Gestão das Redes de Conversação. Inteligência Interpessoal (emocional) e intrapessoal. Tipologias e Arquétipos. Gestão de Equipes Criativas. Alquimia nas organizações. Um modelo Junguiano para as Organizações. Psicologia Transpessoal. Aplicações em cases reais. Reflexões sobre crescimento e desenvovimento individual e coletivo.

Bibliografia

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EMENTA

Leitura, interpretação, avaliação e gestão de valores tangíveis e intangíveis associados a organizações institucionais ou empresariais e a seus produtos. Expressão, registro e comunicação de valores institucionais ou comerciais (trademark). Estudo da imagem da marca (brand). Processos e sistemas integrados de construção da imagem simbólica nas mentes dos públicos interno e externo: fornecedores, usuários, consumidores e outros públicos afetos às organizações.

Comunicação corporativa e comunicação publicitária. Bases estratégicas de comunicação integrada da marca nas organizações, para fins institucionais e comerciais.

BIBLIOGRAFIA

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WHELER, ALINA. Design de Identidade da Marca. Porto Alegre: Bookman, 2008.

Nível: Mestrado / Doutorado

Área de Concentração: Gestão do Conhecimento

Natureza: Eletiva

EMENTA

Aspectos Comportamentais da Gestão de Pessoas; Processos da Gestão de Pessoas; Gestão Estratégica de Pessoas: comprometimento e clima organizacional; Gestão de Competências e Gestão de Desempenho; Remuneração por habilidades e competências; Empregabilidade e Outplacement; O desenvolvimento de Pessoas e a Educação Corporativa; Liderança e Gestão de Pessoas.

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ABREU, Romeu Carlos Lopes. T&D: uma abordagem organizacional por gerenciamento de projetos. Qualitymark, 2006.

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Nível: Mestrado / Doutorado

Área de Concentração: Gestão do Conhecimento

Natureza: Eletiva

EMENTA

A natureza do trabalho do líder organizacional

Comportamento do líder organizacional

Tornando-se líder organizacional

Experiências vividas e transformação do líder organizacional

Desenvolvendo a identidade de líder organizacional

Desenvolvimento da liderança autentica

O modelo de Avolio

O modelo de Popper

O modelo de Mintzberg

O modelo do CCL

BIBLIOGRAFIA

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Nível: Mestrado / Doutorado

Área de Concentração: Gestão do Conhecimento

Natureza: Eletiva

EMENTA

O que é um texto?
Operações sobre o texto;
Tipos de textos;
Leitura do texto;
Síntse e análise do texto;
Revisão integrativa como base para a construção do texto acadêmico;
Leitura e documentação de textos acadêmicos: níveis de leitura, técnicas de documentação;
Contrução do texto acadêmico: escrever como processo, organização do texto;
Argumentação, coerência e coesão;

BIBLIOGRAFIA

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Nível: Mestrado / Doutorado

Área de Concentração: Comum a todas as áreas

Natureza: Eletiva

EMENTA: Afinal, o que é Inovação? Casos práticos de sucesso reportados na literatura. Casos de fracasso reportados na literatura. Gestão da Inovação. Casos correntes em empresas reais. Aspectos Fundamentais da Inovação nas empresas. Plano Estratégico de Inovação. PEIs de empresas reais.

Nível: Mestrado / Doutorado

Área de Concentração: Gestão do Conhecimento.

Natureza: Eletiva

COURSE OBJECTIVES AND CONTENT

EMENTA

Conceito de serviços, lógica de serviço dominante, estratégia de serviços, competição e serviços. Serviços orientados aos clientes – projeto, QFD, blue-print. Integrando processo e organização de serviços – modelagem de serviços, gaps em serviço, cooperação em serviços..

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Nível: Mestrado / Doutorado

Área de Concentração: Gestão do Conhecimento

Natureza: Eletiva

EMENTA

Inovação aberta e o papel do Direito e da Gestão do Conhecimento na pesquisa e desenvolvimento científico e tecnológico; proteção e transferência dos resultados da P&D; estudo comparado sobre as políticas públicas de inovação e seus modelos; estudo comparado das políticas de P&D, propriedade intelectual, transferência de C&T e empreendedorismo de universidades no Brasil e no exterior.

PROGRAMA

INOVAÇÃO ABERTA: O papel do Direito e da Gestão do Conhecimento na pesquisa e desenvolvimento científico e tecnológico e no empreendedorismo. Proteção jurídica e gestão da transferência de resultados da P&D.A promoção da inovação como fator estratégico de competitividade. Estudo da evolução do Direito da Propriedade Intelectual e da Inovação na sociedadeinternacional: principais Tratados que versam sobre a matéria: Convenção da União de Paris (CUP); Trade RelatedAspectsofIntellectualPropertyRights (TRIPS), PatentCooperationTreaty(PCT).Estudo sobre a proteção dos direitos de propriedade intelectuale da inovação no Brasil: Propriedade Industrial, Lei 9.279/1996; Inovação Tecnológica, Lei 10.973/2004; Incentivos Fiscais,Lei 11.196/2005. Aplicação do Direito no País, aspectos a serem observados no âmbito internacional. Estudo sobre aspolíticas públicas para inovação tecnológica:ModeloHélice Tríplice deEtzkowitz&Leydesdorff; Modelos OCDE, Frascati e Oslo; Modelo Inovação Aberta de Chesbrough; interface dos modelos com o Direito e a Gestão.As alternativas de interação da indústria com as Instituições Científicas e Tecnológicas (ICTs) e seusprincipais instrumentos jurídicos contratuais:licenciamento e de transferência de tecnologia;serviços e parceria de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I);confidencialidade;permissão oucompartilhamentode uso de laboratórios, equipamentos, instrumentos, materiais e instalações;testese ensaios científicos e tecnológicos. A gestão jurídica e o apoio do profissional do Direito na formalização de projetos e contratos de pesquisa e desenvolvimento tecnológico, proteção e transferência dos resultados. Estudo comparado das políticas de P&D, propriedade intelectual, transferência de C&T e empreendedorismo de universidades no Brasil e no exterior.

BIBLIOGRAFIA

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BRASIL. Lei 11.196, de 21.11.2005. Institui o regime especial de tributação para a plataformade exportação de serviços de tecnologia da informação – REPES, o regime especialde aquisição de bens de capital para empresas exportadoras – RECAP, e o programa deinclusão digital; dispõe sobre incentivos fiscais para a inovação tecnológica.

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Nível: Mestrado / Doutorado

Área de Concentração: Comum a todas as áreas

Natureza: Eletiva

EMENTA: Disciplina de estudo do fenômeno recente das chamadas “cidades inteligentes”, baseadas em conhecimento, indústria criativa, inovação e desenvolvimento sustentável em todos os setores. Existem diversas definições do que é uma cidade inteligente. Mas todas giram em torno da dimensão humana e o bem estar da população e envolvem respeito ao meio ambiente, desenvolvimento econômico, nível educacional.

Nível: Mestrado / Doutorado

Área de Concentração: Comum a todas as áreas

Natureza: Eletiva

EMENTA: Bases conceituais e importância da inovação; Visão geral da inovação como processo; Modelos de inovação; Mercado e tecnologia; Direcionadores da inovação: estratégia, liderança e cultura; Front end da inovação; Gestão de projetos e desenvolvimento da inovação; Implantação da inovação; Inovação em serviços; Inovação em processos; Inovação em marketing e organizacional; Indicadores para a inovação.

Nível: Mestrado / Doutorado

Área de Concentração: Engenharia do Conhecimento

Natureza: Eletiva

EMENTA: Gestão do Conhecimento sob a perspectiva da Engenharia do conhecimento. Contexto e identificação de sistemas de conhecimento. Aplicações de EC em organizações. Técnicas e metodologias de modelagem de sistemas de gestão do conhecimento organizacional (ex. Desire, Protégé, Vital, MIKE, Task).

Metodologia CommonKADS. Sistemas de Gestão do Conhecimento. Modelagem do Conhecimento. Casos práticos e reais de sistemas de conhecimento em organizações.

BIBLIOGRAFIA:

Guus Schreiber, Hans Akkermans, Anjo Anjewierden, Robert de Hoog, Nigel Shadbolt, Walter Van de Velde and Bob

Wielinga. Knowledge Engineering and Management: the CommonKADS Technology. MIT Press. IBSN: 0262193000. 2000.

Tiwana, Amrit, The knowledge management toolkit : practical techniques for building a knowledge management system, Prentice Hall, 2000.

Fensel, D. Ontologies: Silver Bullet for Knowledge Management and Electronic Commerce. Springer-Verlag, Berlin, 2001.

Mizoguchi, R., and Kitamura, Y., Foundation of Knowledge Systematization: Role of Ontological Engineering, Industrial Knowledge Management – A Micro Level Approach, Rajkumar Roy Ed., Chapter 1, pp.17-36, Springer-Verlag, London, 2000

Rudi Studer, V. Richard Benjamins, Dieter Fensel. Knowledge Engineering: Principles and Methods Data Knowledge Engineering, Vol. 25, No. 1-2, pp. 161-197. (1998)

Mohd Syazwan Abdullah, Ian Benest, Andy Evans, Chris Kimble. Techniques For Developing Knowledge Management Systems, In Proceedings of 3rd European Conference on Knowledge Management, pp.15-25, Dublin, Ireland, September

2002, ISBN:0-9540488-6-5.

Studer, R., Benjamins, V.R., and Fensel, D. (1998) Knowledge Engineering: Principles and method , Data & Knowledge Engineering, Vol. 25, pp. 161-197.

Nível: Mestrado / Doutorado

Área de Concentração: Engenharia do Conhecimento

Natureza: Eletiva

EMENTA: Planejamento estratégico em organizações e o papel dos sistemas de informação. Inteligência de Negócios, Planejamento em projetos de sistemas de informação. Modelos de sistemas de informação. Planeamento Estratégico aplicado a projetos de Sistemas de Informação. Engenharia de requisitos. Métricas de avaliação e qualidade. Ferramentas de TI no mercado. Relação entre TI, Sistemas de Informação e Engenharia e Gestão do Conhecimento.

BIBLIOGRAFIA

BOAR, B. The Art of Strategic Planning for Information Technology. New York: John Wiley, 1993. 366p.
CASSIDY, A. A Practical Guide to Information Systems Strategic Planning. CRC Press. 1998
FURLAN, J. D. Modelagem de Negócio. São Paulo: Makron Books, 1997. 161p.
SENGE, P. A quinta disciplina: teoria e prática da organização de aprendizagem. São Paulo: Best-Seller, 1990. 352p.

Nível: Mestrado / Doutorado

Área de Concentração: Gestão do Conhecimento.

Natureza: Eletiva

COURSE OBJECTIVES AND CONTENT

EMENTA

Conceito de serviços, lógica de serviço dominante, estratégia de serviços, competição e serviços. Serviços orientados aos clientes – projeto, QFD, blue-print. Integrando processo e organização de serviços – modelagem de serviços, gaps em serviço, cooperação em serviços..

BIBLIOGRAFIA

Chan, L.-K. and Wu, M.-L. (2002) Quality function deployment: A literature review. European Journal of Operational Research 143, 463–497.

Chan, L.-K. and Wu, M.-L. (2005) A systematic approach to quality function deployment with a full illustrative example. OMEGA 33, 119–139.

Cooper, R. (1996) Overhauling the New Product Process. Industrial Marketing Management 25, 465–482.

Cooper, R. (2000) Product Leadership: Creating and Launching Superior New Products, Perseus Books. Cambridge, Mass.

Cooper, R.G. and Edgett, S.J. (1996) Critical success factors for new financial services. Marketing management, Fall, 26–37.

Cooper, R. and Kleinschmidt, E.J. (1995) Benchmarking the firm’s critical success factors in new product development. Journal of product Innovation Management 12(5), 374–391.

de Brentani, U. (1991) Success factors in developing new business services. European Journal of Marketing 25(2), 33–59.

de Jong, J.P.J. and Vermeulen, P.A.M. (2003) Organizing successful new service development: A literature review. Management Decision 41(9), 844–858.

Dijkstra, L. and van der Bij, H. (2002) Quality function deployment in healthcare: Methods for meeting customer requirements in redesign and renewal. International Journal of Quality and Reliability Management 19(1), 67–89.

Edvardsson, B. and Olsson, J. (1996) Key concepts for new service development. The Service Industries Journal 16(2), 140–164.

Fließ, S. and Kleinaltenkamp, M. (2004) Blueprinting the service company: managing service processes efficiently. Journal of Business Research 57(4), 392–404.

Johne A and Harbone P (2003) One leader is not enough for major new service development : Results of a consumer banking study service industries journal 23, 3 22-39.

Johne, A. and Storey, C. (1998) New service development: A review of the literature and annotated bibliography. European Journal of Marketing 32(3/4), 184–251.

Kelly, D. and Storey, C. (2000) New service development: Initiation strategies. International Journal of Service Industry Management 11(1), 45–63.

Lievens, A. and Moenaert, R.K. (2000) Communication flows during financial service innovation. European Journal of Marketing 34(9/10), 1078–1110.

Lim, P.C. and Tang, N.K.H. (2000) The development of a model for total quality healthcare. Managing Service Quality 10(2), 103–111.

Martin, C.R., Jr. and Horne, D.A. (1995) Level of success inputs for service innovations in the same firm. International Journal of Service Industry Management 6(4), 40–56.

Ostrom, L., Bitner, M.J., Brown, S.W., Burkhard, K.A., Goul, M., Smith-Daniels, V., Demirkan, H. and Rabinovich, E. (2010), “Moving forward and making a difference, research priorities for the science of service”, Journal of Service Research, Vol. 13 No. 1, pp. 4-36.

Shostack, G.L. (1984) Designing services that deliver. Harvard Business Review(January-February), 133–139.

Smith A. M., Fischbacher M. and Wilson F.A. (2007) “New Service Development: From Panoramas to Precision”, European Management Journal, Volume 25, Issue 5, October, pp 370-383.

Smith, A.M. and Fischbacher, M. (2005) “New Service Development: A Stakeholder Perspective” European Journal of Marketing, Vol. 39, No. 9/10, pp.1025 -1048.

Smith A.M .and Fischbacher M (2002) “Service Design in the NHS: Collaboration or Conflict?” Journal of Marketing Management, Vol. 18, Issue 9/10, pp 923-951

Stuart, F.I. and Tax, S.S. (1996) Planning for service quality: An integrative approach. International Journal of Service Industry Management 7(4), 58–77.

Stevens, E. and Dimitriadis, S. (2004) New service development through the lens of organisational learning: Evidence from longitudinal case studies. Journal of Business Research 57(10), 1074–1084.

Storey, C. and Easingwood, C. (1993) The impact of the new product development project on the success of financial services. The Service Industries Journal 13(3), 40–54.

Sundbo, J. (1997) Management of innovation in services. The Service Industries Journal 17(3), 432–455.

Vargo S.L. (2011), “Market systems, stakeholders and value propositions: toward a service-dominant logic-based theory of the market”, European Journal of Marketing, Vol. 45 No. 1/2, pp. 217-212.

Vargo, S.L. and Lusch R.F. (2008), “Service-dominant logic: continuing the evolution”, Journal of the Academy of Marketing Science, Vol. 36 No 1, pp. 1-10.

Vargo S.L. and Lusch, R.F. (2011), “It’s all B2B…. and beyond: Toward a systems perspective of the market”, Industrial Marketing Management, Vol. 40 Issue 2, pp. 181 – 187.

Vargo, S.L., Maglio, P.P. and Akaka, M.A. (2008), “On value and value co-creation: a service systems and service logic perspective”, European Management Journal, Vol. 26 Issue 3, pp. 145-52.

Nível: Mestrado / Doutorado

PROF. EDUARDO COSTA e JAMILE SABATINI MARQUES
educostainovacao@gmail.com , jamilesabatini@gmail.com

Dia: quitas-feiras das 9:00 às 13:00 horas
Local: LED I

PLANO DE ENSINO

1. OBJETIVOS DA DISCIPLINA

O objetivo desta disciplina é demonstrar por meio de pesquisa a importância do desenvolvimento nos temas propostos. Oportunizar aos alunos uma vivência com pesquisadores internacionais no tema proposto e gerar artigos em journals internacionais.

Por se tratar de um curso oferecido em um programa multidisciplinar, ele foi organizado de forma a acolher alunos com diferentes formações e experiências.

2. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

a) Estudo do Desenvolvimento Urbano Baseado no Conhecimento.
b) Desenvolvimento Sócio Cultural
c) Desenvolvimento Urbano Ambiental
d) Desenvolvimento Institucional
e) Desenvolvimento Econômico
f) Promover o debate dos temas propostos entre os alunos

É necessário o conhecimento de Inglês escrito para a leitura dos artigos

3. CRONOGRAMA

ENCONTRO – 1
Exposição
Apresentação do seminário e discussão sobre elaboração de artigos.

ENCONTRO – 2
Seminário 1

ENCONTRO – 3
Seminário 2

ENCONTRO – 4
Seminário 3

ENCONTRO – 5
Seminário 4

ENCONTRO – 6
Seminário 5
Entregar projeto do Artigo Final

ENCONTRO – 7
Seminário 6

ENCONTRO – 8
Seminário 7

ENCONTRO – 9
Seminário 8

O material estará disponível no Moodle-UFSC: http://moodle.ufsc.br/ .

4. EXPECTATIVAS

Leituras obrigatórias

Os textos indicados como “leitura obrigatória” devem ser lidos antes do seminário, no qual serão discutidos. Os leitores são estimulados a assumirem uma postura crítica em relação aos textos lidos. Lembre-se que todo autor procura, com o seu texto, defender um ponto-de-vista, promover posições, idéias e valores (seus ou de outros).

Escrita

Os textos produzidos durante a disciplina serão avaliados de acordo com os seguintes critérios:
1. Conteúdo: o conteúdo está relacionado com a proposta ou a demanda estabelecida? O conteúdo cobre, de forma adequada, a proposta ou a demanda estabelecida? O conteúdo está correto do ponto de vista das teorias existentes?
2. Apropriação: o texto se apropria dos conceitos e teorias discutidos durante os seminários?
3. Correção: O texto está escrito corretamente? (organização do texto, desenvolvimento lógico, coerência e coesão textuais, ortografia).

Discussão

O curso demanda o envolvimento ativo dos alunos. A leitura e a escrita são fundamentais para que as discussões em sala sejam interessantes e contribuam para o nosso crescimento. Esperamos que todos os alunos participem efetivamente das discussões e que contribuam para o desenvolvimento do grupo.

Durante o curso, adotaremos os seguintes princípios:
Escuta ativa: escutar ativamente é uma atitude de respeito ao colega e de abertura ao diálogo. A escuta ativa é um exercício de consideração para com o colega e significa ouvi-lo com atenção e sem preconceitos.
Respeito mútuo: o respeito mútuo é o resultado da relação empática. Empatia é a capacidade de se identificar com outra pessoa e compreender sua situação, seus motivos e sentimentos.

Confidencialidade: o que acontece em sala de aula, não é divulgado para pessoas que não participam do grupo.

5. METODOLOGIA E AVALIAÇÃO

Durante o curso, serão desenvolvidos seminários visando atingir os objetivos acima relacionados. Haverá uma seleção prévia de quem apresentará cada artigo escolhido. O objetivo desta apresentação é provocar a discussão e uma melhor compreensão quanto aos artigos que serão discutidos.

A avaliação será realizada com base na apresentação em sala de aula, participação nos debates e avaliação do artigo final. Esta avaliação será feita em conjunto com o Prof. Tan Yigitcanlar, professor convidado nesta disciplina.

Data de entrega do artigo: xx/xx/2016

6. APRESENTAÇÃO ARTIGO FINAL

1 – O artigo deve ser escrito de acordo com as normas do journal de Desenvolvimento Baseado no Conhecimento, em ingles. Os melhores artigos serão escolhidos para que sejam publicados em Journals Internacionais, com a contribuição dos professores da disciplina.

Nível: Mestrado / Doutorado

PROFª. GERTRUDES A. DANDOLINI, Drª. e PROFª. ALINE FRANCA DE ABREU, Drª.
ggtude@gmail.com

Dia: 22/11/2017 e 24/11/2017 das 8:00 às 18:00 horas
Local: LED I

PLANO DE ENSINO

1. OBJETIVOS DA DISCIPLINA

Introduzir fundamentos conceituais, teóricos e metodológicos Negócios Sociais e Inovação Social.
Ao final da disciplina, os alunos deverão adquirir competências para:
∙ Entender os fundamentos conceituais e teóricos propostos na temática Inovação Social.
∙ Compreender os métodos e processos que caracterizam empreendedorismo e inovação social

2. EMENTA

Fundamentos conceituais de Inovação Social e Negócios Sociais. Processo e modelos de Inovação Social. Métodos, Técnicas para Inovação Social. Escalabilidade. Estudo de cases de Inovação Social.

3. BIBLIOGRAFIA

BEENA SALIM SAJI , PAUL ELLINGSTAD Social innovation model for business performance and innovation. International Journal of Productivity and Performance Management, Vol. 65 Iss: 2, pp.256 – 274, 2016.
MULGAN, G. et al. Social Innovation: what it is, why it matters and how it can be accelerated. London: Skoll Centre for Social Entrepreneurship, 2007.
MULGAN, G. The Process of Social Innovation. Innovations: Technology, Governance, Globalization, v. 1, n.2, p. 145–162, 2006.
MURRAY, R.; CAULIER-GRICE; J., MULGAN, G. The open book of social innovation. London : The Young Foundation, 2010. NICHOLLS, A., SIMON, J. AND GABRIEL, M. (eds.). New Frontiers in Social Innovation Research. Palgrave Macmillan, 2015.
VINALS, C. R., Rodrígues, C. P. Social Innovation: New forms of organization in knowledge-based societies. Routledge/Lisbon Civic Forum Studies in Innovation. 2013. VIÑALS, CARMEN RUIZ, AND CARMEN PARRA RODRÍGUEZ. Social Innovation: New Forms of Organisation in Knowledge–Based Societies. Routledge, 2013. YUNUS, MUHAMMAD. Creating a world without poverty: Social business and the future of capitalism. PublicAffairs, 2007.

Nível: Mestrado / Doutorado

Área de Concentração: Engenharia do Conhecimento

Natureza: Eletiva

EMENTA

Introdução: visão geral da área, das técnicas e aplicações. Processo de descoberta do conhecimento (KDD) e suas etapas. Mineração de dados: definição, objetivo e motivação. Agrupamentos: conceitos e definições. Agrupamentos hierárquicos e não hierárquicos (k-means). Classificação: árvores de decisão (algoritmo ID3 e C4.5). Classificação estatística. Exemplos e apresentação de ferramentas. Regras de associação: Algoritmo apriori. Recuperação de Informação: conceitos, modelos e ferramentas. Descoberta de conhecimento em texto (KDT) e Mineração de textos. Tecnologia semântica: formatos de representação de ontologia (RDF, OWL); integração com banco de dados; inferência através de regras (SWRL).

BIBLIOGRAFIA

D. J. Hand; H. Mannila; P. Smyth. Principles of Data Mining, MIT Press, August 2001.

T. Hastie; R. Tibshirani; J. Fridman. The Elements of Statistical Learning: Data Mining, Inference, and Prediction, Springer-Verlag, 2001.

D. J. Hand; J. N. Kok; M. R. Berthold. Advances in Intelligent Data Analysis, Springer Verlag, Berlin, 1999.

M. Berthold; D. J. Hand. Intelligent Data Analysis: An Introduction, Springer-Verlag, 1999.

V. Cherkassky; F. Mulier. Learning from data, concepts, theory and methods. John Wiley & Sons, New York, 1998.

Chakrabarti, S. Mining the Web: Analysis of Hypertext and Semi Structured Data, Morgan Kaufmann, 2002.

Ian H. Witten; Eibe Frank; Mark A. Hall. Data Mining: Practical Machine Learning Tools and Techniques, 3. ed., Morgan Kaufmann, 2011. [disponível na BU – 2. ed. de 2005]

Gordon S. Linoff; Michael J. Berry. Data Mining Techniques: For Marketing, Sales, and Customer Relationship Management, 3. ed., Wiley Computer Publishing, 2011. [disponível na BU – edição de 1997]

Michael W. Berry. Text Mining: Applications and Theory, 1. ed, Wiley, 2010.

Anne Kao; Steve R. Poteet. Natural Language Processing and Text Mining, Springer, 2010. [disponível on-line via BU]

Ronen Feldman; James Sanger. The Text Mining Handbook: Advanced Approaches in Analyzing Unstructured Data, Cambridge University Press, 2006.

Bing Liu. Web Data Mining: Exploring Hyperlinks, Contents, and Usage Data, Springer, 2010. [disponível on-line via BU – edição de 2007]

Christopher D. Manning. Prabhakar Raghavan, Hinrich Schütze, Introduction to Information Retrieval, 1. ed. Cambridge University Press, 2008. [disponível on-line: http://nlp.stanford.edu/IR-book/information-retrieval-book.html]

Christopher D. Manning; Hinrich Schütze. Foundations of Statistical Natural Language Processing. 1. ed. MIT Press, 1999.

Nível: Mestrado / Doutorado

Área de Concentração: Engenharia do Conhecimento

Natureza: Eletiva

EMENTA

O objetivo da disciplina é apresentar de forma clara e objetiva os procedimentos usados para análise quantitativa e qualitativa e capacitar o aluno para o delineamento e análise de estudos observacionais e experimentais. Neste sentido, serão estudados alguns conceitos estatísticos e alguns procedimentos para a verificação das análises, e fundamentos teóricos de testes usuais.

BIBLIOGRAFIA

AGRESTI, A. (2002). Categorical data analysis. Wiley-Interscience. 2nd. edition.
ANDERSON, D.R., SWEENEY, D.J., WILLIAMS, T.A., Estatística Aplicada à Administração e Economia. 2ª ed. ? São Paulo: Thomson Learning, 2007.
BARBETTA, P. A. Estatística Aplicada às Ciências Sociais. 7ª ed. ? Florianópolis: Ed. da UFSC, 2008.
BASTOS, L.R. et alli. Manual para a Elaboração de Projetos e Relatórios de Pesquisa, Teses, Dissertações e Monografias. Rio de Janeiro, LTC- Livros Técnicos e Científicos S/A, 1996.
BOLFARINE, H. e BUSSAB, W.O. (2005). Elementos de amostragem. Edgard Blücher.
BOLFARINE, H. e SANDOVAL, M. C. (2002). Introdução à Inferência Estatística. SBM.
CANTON, A.W. P. (1980). Analise de dados categorizados. 4o. Sinape.
COSTA NETO, P. L. de O. Estatística. São Paulo : Edgard Blücher, 2002.
HOFFMANN, R. – Estatística para Economistas. 4ª ed., São Paulo: Editora Thomson, 2006.
JOHNSON, Richard A. e WICHERN, Dean W. Applied Multivariate Statistical Analysis. Englewwod Cliffs, NJ: Prentice Hall, 1988.
LEVINE, D. M., STEPHAN, D., KREHBIEL, T. C., BERENSON, M. L. Estatística: Teoria e Aplicações – Usando Microsoft Excel em Português. 5ª ed. ? Rio de Janeiro: LTC, 2005.
MAZZON, J. A. et alli (eds.) Marketing: Aplicações de Métodos Quantitativos. São Paulo, Editora Atlas, 1983.
MILLER, D. C. Handbook of Research Design and Social Measurement. New York, Longman, Inc., 1978.
MONTGOMERY, D. C., PECK, E.A. e Vinning, G. G. (2001). Introduction to linear regression analysis. Wiley.
MORETTIN, P. A., BUSSAB, W.O. ? Estatística Básica, 5ª ed., São Paulo: Editora Saraiva, 2003.
PIMENTEL GOMES, F. Curso de estatística experimental. Ed. Nobel, 1987, 467 p..
YIN, R.K. Case Study Research: Design and Methods. California, Sage Publications, 1990.

Nível: Mestrado / Doutorado

Área de Concentração: Mídia e Conhecimento

Natureza: Eletiva

EMENTA: Definições preliminares: Psicologia dos objetos do dia-a-dia e História do cognitivismo. Cérebro: sensação, percepção, memorização e cognição. Conhecimentos. Representação dos conhecimentos. Raciocínio, emoção e criatividade humana. Cognição situada. Consciência da situação.

BIBLIOGRAFIA:

DOURISH, Paul. Where the Action Is: The Foundations of Embodied Interaction. MIT Press, 2001.

DOWELL, John and LONG, John. “Conception of the Cognitive Engineering Design Problem.” Ergonomics : 41:2 (1998): 126-139.

ENGESTROM, Yrjo and MIDDLETON, David (eds.). Cognition and Communication at Work. Cambridge University Press, 1996.

FIALHO, F. A. P. Psicologia das Atividades Mentais. Florianópolis, Brasil: Editora Insular, 2011.

GALLAGHER, Shaun. How the Body Shapes the Mind. Oxford, UK: Clarendon Press, 2005.

GIBSON, James J.. The Ecological Approach to Visual Perception. New Jersey, USA: Lawrence Erlbaum Associates, 1979.

HOLLANDS, Justin and WICKENS, Christopher, D., Engineering Psychology and Human Performance. Prentice Hall, 1999.

HOLLNAGEL, Erik (ed.) Handbook of Cognitive Task Design. Mahwah, New Jersey:Lawrence Erlbaum Associates, 2003.

HUTCHINS, Edwin. Cognition in the wild. Cambridge, Mass: MIT Press, 1995.

KIRWAN, Barry and AINSWORTH, L. K. (eds.) A Guide to Task Analysis. London, England: Taylor and Francis, 1992.

MERLEAU-PONTY, Maurice (ed.) Phenomenology of Perception. London, England: Routledge, 1958.

NARDI, Bonnie A. (ed.) Context and Consciousness. Cambridge, MA, USA: MIT Press, 1996.

RASMUSSEN, Jens, PEJTERSEN, Annelise Mark and GOLDSTEIN, L. P., Cognitive Systems Engineering. New York, USA: John Wiley and Sons, 1994.

THAGARD, Paul (ed.). Handbook of the Philosophy of Science: Philosophy of Psychology and Cognitive Science. Elsevier: New York, 2007.

THEUREAU, Jacques. “Course of Action Analysis & Course of Action Centered Design.” Handbook of Cognitive Task Design. Hollnagel, Erik. Mahwah, New Jersey: Lawrence Erlbaum Associates, 2003.

VICENTE, Kim J., Cognitive Work Analysis: Toward Safe, Productive, and Healthy Computer-Based Work. Lawrence Erlbaum Associates, 1999.

WILSON, Robert A. & KEIL, Frank C. (eds.). The MIT encyclopedia of the cognitive sciences. The MIT Press: Cambridge, 1999.

WINOGRAD, Terry and FLORES, Fernando. Understanding Computers and Cognition: A New Foundation for Design. Reading MA: Addison-Wesley Publishing, 1987.

WOODS, David D. and HOLLNAGEL, Erik (eds.). Joint Cognitive Systems. Foundations of Cognitive Systems Engineering. Boca Raton, Florida, USA: CRC Press, 2005.

Nível: Mestrado / Doutorado

Área de Concentração: Gestão do Conhecimento

Natureza: Eletiva

EMENTA

Métodos e técnicas de criação do conhecimento: Criatividade, Comunidades de prática, Métodos e Técnicas de avaliação do conhecimento: Balanced Score Card, Benchmarking.

BIBLIOGRAFIA

CASTRO, Durval Muniz, Gestão do Conhecimento. Revista CQ Qualidade, julho 1996, pp. 60-66.
DAVENPORT, T. H. & PRUSAK, L. Conhecimento Empresarial. São Paulo: Editora Campus, 1998.
KLEIN, David A. A Gestão Estratégica do Capital Intelectual. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1998.
MILER, Riel, Measuring What People Know: Human Capital Accounting for the Knowledge Economy. Paris: OCDE, 1996.
NONAKA, I.; TAKEUCHI, H., Criação de Conhecimento na Empresa. Rio de Janeiro: Editora Campus, 1997.
SVEIBY, K. E., A Nova Riqueza das Organizações. Rio de Janeiro: Editora Campus, 1998.

Nível: Mestrado / Doutorado

Área de Concentração: Gestão do Conhecimento

Natureza: Eletiva

EMENTA

A disciplina é estruturada em sete grupos de assuntos: i) Contextualização: o que é gestão do conhecimento; ii) Conceitos básicos: valor, qualidade, estratégia e posicionamento; iii) Gestão DE processos e gestão POR processos; iv) GP e Melhoria de processos; v) Representação de processos; vi) GP em Organizações Intensivas em conhecimento; vii) Criatividade para melhoria de processos.

BIBLIOGRAFIA

CSILLAG, João M. Análise de Valor. São Paulo, Atlas, 1995.
DAVILA, G. A. ; SOUZA, L. L. C ; VARVAKIS, G. . Inovação e gerenciamento de processos: uma análise baseada na gestão do Conhecimento. Datagramazero (Rio de Janeiro), v. 9, p. n.3, 2008.
DONADEL, André C. Um Método de Representação de Processos Intensivos em Conhecimento. 2007. Dissertação (Mestrado em Engenharia e Gestão do Conhecimento). Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento. Universidade Federal de Santa Catarina, 2007.
HARRINGTON, James. Aperfeiçoando Processos Empresariais. São Paulo Makron Books, , 1993.
HARRINGTON, James. Gerenciamento Total da Melhoria Contínua. São Paulo, Makron Books, 1997.
HICKS, Michael J. Problem Solving in Business and Management London, Chapman & Hall, 1991.
HRONEC, Steven M. Sinais Vitais: usando medidas de desempenho da qualidade, tempo e custo para traçar a rota para o futuro de sua empresa. Arthur Andersen – Makron Books, São Paulo, 1993.
NONAKA, I.; TAKEUCHI, H. The knowledge-creating company: how Japanese companies create the dynamics of innovation. New York: Oxford University Press, 1995.
PORTER, Michael E. Estratégia Competitiva : Técnicas para Análise de Industrias e da Concorrência. Rio de Janeiro, Campus, 1991.
SHIBA, Shoji; et al. TQM : Quatro Revoluções na Gestão da Qualidade. Porto Alegre, Artes Médicas, 1997.
SLACK, Nigel; et al. Administração da Produção, São Paulo, Atlas, 1997.
SORATTO, Alexandre Nixon ; VARVAKIS, Gregório . Criação do conhecimento apoiada na abordagem de processos. In: Knowledge Management Brasil, 2007, São Paulo. Anais do KM Brasil 2007, 2007.
TACHIZAWA, Takeshy. Organização Flexível : Qualidade na Gestão por Processos. São Paulo, Atlas, 1997.
VARVAKIS, G. Gerenciando processos de serviços em bibliotecas. Ciência da Informação, Brasilia, v. 32, n. 2, p. 85-94, 2003. VARVAKIS, G. et al. Gerenciamento de Processos. Apostila da disciplina Gerenciamento de Processos – PPEGC/UFSC, 1998.

Nível: Mestrado / Doutorado

Área de Concentração: Gestão do Conhecimento

Natureza: Eletiva

EMENTA

Indicadores de Avaliação de Desempenho; EVA, MVA e correlatos; Planejamento e Medição para a performance; Capital Intelectual; Avaliação dos Recursos Humanos; Gerenciamento pelas diretrizes; Estudo de Casos. O Balanced Scorecard – Conceitos Básicos. Estratégia Empresarial. A Perspectiva Financeira do BSC. A Perspectiva dos Clientes do BSC. A Perspectiva dos Processos Internos do BSC. A Perspectiva do Aprendizado e Crescimento do BSC. Integração entre as quatro perspectivas do BSC. A Elaboração de um Balanced Scorecard. A Implantação de um Balanced Scorecard. Informática aplicada ao BSC.

BIBLIOGRAFIA

KAPLAN, Robert S. NORTON, David P. A estratégia em ação: Balanced Scorecard. Rio de janeiro:Campus, 1997.
OLVE, Nils-Göran. ROY, Jan. WETTER. Magnus. Performance drivers: a pratical guide using theBalanced Scorecard. Chischester: John Wiley & Sons,1999.
CAMPOS, José Antônio. Cenário Balanceado: painel de indicadores para a gestão estratégica dosnegócios. São Paulo: Aquariana, 1998.
HRONEC, Steven. Sinais Vitais. São Paulo: Makron Books, 1994.
Akao, Y-oji. Desdobramento das diretrizes para o sucesso do TQM. Yoji Akao ; tradução Andréa de Cássia Jardim Rehm. – Porto Alegre:Artes Medicas, 199p.

Nível: Mestrado / Doutorado

Área de Concentração: Gestão do Conhecimento

Natureza: Eletiva

EMENTA

Definições: empreendedor/empreendedorismo. Intraempreendedor/intraempreendedorismo. Histórico. Características do intraempreendedor: necessidades, conhecimentos, habilidades e valores. Prática do intraempreendedorismo: desenvolvimento de uma idéia, planejamento, redes de contato, gerenciamento do projeto. Estímulo ao intraempreendedorismo: a cultura organizacional, motivação, mudanças de paradigmas (estratégias e benefícios).

BIBLIOGRAFIA

FILLION, L. J. Empreendedorismo: empreendedores e proprietários-gerentes de pequenos negócios – São Francisco Califórnia, 1997.
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CHIAVENATO, Idalberto. Administração de empresas: uma abordagem contingencial. 3a Edição.
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EMPINOTTI, Moacir. Os Valores a Serviço da Pessoa Humana. Porto Alegre: EDIPUCRS, 1994.
KAUTZ, J. Intrapreneurship. Disponível na Internet: http://entrepreneurs.about.com/library/weekly/aa.
SVEIBY. K. A nova riqueza das organizações. Tradução de Luiz Euclydes Trindade Frazão Filho. Rio de Janeiro: Campus, 1998.

Nível: Mestrado / Doutorado

Área de Concentração: Gestão do Conhecimento

Natureza: Eletiva

Ementa

Legislação ambiental e as exigências de organismos internacionais. Impacto da ISO 14000 na gestão do meio ambiente. Impacto ambiental dos diversos tipos de indústrias e tecnologias. Incorporação dos aspectos ambientais à administração dos negócios. Estudos de casos. Riscos ambientais. Gestão de recursos hídricos. Gestão ambiental nos países desenvolvidos.

Bibliografia

BUCHHOLTZ, R.A. Principles of environmental managent: the greening of business. Prentice-Hall, 1993,
BUCHHOLTZ, R.A. et alli. Managing environmetal issues: a casebook. Prentice-Hall, 1992.
Textos sobre ISO série 14000.

Nível: Mestrado / Doutorado

Área de Concentração: Gestão do Conhecimento

Natureza: Eletiva

EMENTA
Ecossistema: Características estruturais e processos atmosféricos, hidrológicos, edáficos e biológicos. Sistemas naturais: associação e etapas de sucessão, clímax. Biomas brasileiros. Sistemas florestais, sistemas de águas continentais, sistemas litorâneos. Sistemas oceânicos. Fluxo e qualidade de energia. Sistemas subsidiados pela atividade antrópica: Sistemas agrícolas de monocultura, sistemas de aquacultura, cidades, novos sistemas. Sistemas do futuro. Relação Homem-natureza: Respostas do ecossistema à tensores antropogênicos. Mudanças globais. Desenvolvimento sustentável.

BIBLIOGRAFIA

BOFF, L. 1995. Ecologia, grito da terra, grito dos pobres. São Paulo, Ed. Ática. 341 p.
CARVALHO, P.E.R. 1994. Espécies florestais brasileiras: recomendações silviculturais, potencialidades e uso da madeira. EMBRAPA, 640pp.
COZZO, D. 1976. Tecnología de la florestación en Argentina y América Latina. Buenos Aires. Ed. Hemisferio Sur, 610pp.
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GOLDBERG, E.D. 1994. Coastal Zone Space. Prelude to conflict? UNESCO, France. 138pp.
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REITZ, R., KLIEN, R.M., REIS, A. 1979. Madeiras do Brasil. Santa Catarina. Florianópolis. Lunardelli, 320pp.
RICKLEFS, R.E. 1997. A Economia da Natureza. Guanabara Koogan Ed. 470pp.

Nível: Mestrado / Doutorado

Área de Concentração: Gestão do Conhecimento

Natureza: Eletiva

EMENTA

Conceitos, debates e níveis de análise em aprendizagem organizacional. O caráter multidisciplinar da área. A relação da aprendizagem organizacional com as organizações de aprendizagem, o conhecimento organizacional e a gestão do conhecimento.

BIBLIOGRAFIA

Leituras Obrigatórias:

WILSON, J.; GOODMAN, P.; CRONIN, M. Group learning. Academy of Management Review, v. 32, n. 4, p. 1041-1069, 2007.

CROSSAN, M.; LANE, H.; WHITE, R. An organizational learning framework: from intuition to institution. Academy of Management Review, v. 24, n. 3, p. 522-537, 1999.

CROSSAN, M.; MAURER, C. C.; WHITE, R. Reflections on the 2009 AMR decade award: do we have a theory of organizational learning? Academy of Management Review, v. 36, n. 3, p.446–460, 2011.

ZAHRA, S. A.; GEORGE, G. absorptive capacity: a review, reconceptualization, and extension. Academy of Management Review, vol. 27, n. 2, p. 185-203, 2002.

OLIVERA, F. Memory systems in organizations: an empirical investigation of mechanisms for knowledge collection, storage and access. Journal of Management Studies, v. 37, n.6, p. 811-832, 2000.

CASEY, A.; OLIVERA, F. Organizational memory and forgetting. Journal of Management Inquiry, v. 20, n. 3, p. 305–310, 2011.

TSANG, E. W. K.; ZAHRA, S. Organizational unlearning. Human Relations, v. 6, n. 10, p. 1435-1462, 2008.

?Leituras Complementares:

ANGELONI, T.; STEIL, A. V. Alinhamento de estratégias, aprendizagem e conhecimento organizacional. In. TARAPANOFF, K. Aprendizado Organizacional. Volume 1. Fundamentos e abordagens multidisciplinares. Curitiba:IBPEX, 2011, p. 115-147.

STEIL, A.; SANTOS, J.L.S. Building conceptual relations between organizational learning, knowledge, and memory. International Journal of Business and Management Tomorrow, v. 2, n. 2, p. 1-9, 2012.

TSOUKAS, H. The missing link: a transformational view of metaphors in organization science. Academy of Management Review, v. 16, n. 3, p.566-585, 1991.

GOODMAN, P.; DABBISH, L. Methodological Issues in Measuring Group Learning. Small Group Research, v. 42, n.4, p.379-404, 2011.

EDMONDSON, A. Psychological safety and learning behavior in work teams. Administrative Science Quarterly, v. 44, n. 2, p. 350-383, 1999.

EDMONDSON, A. The local and variegated nature of learning in organizations: a group level perspective. Organization Science, v. 13, n. 2, p. 128-146, 2002.

ELLIS, A. P.; HOLLENBECK, J. R.; ILGEN, D. R.; PORTER, C. O. L. H.; WEST, B. J.; MOON, H. Team learning. Collectively connecting the dots. Journal of Applied Psychology, v. 88, n. 5, p. 821-832, 2003.

LAWRENCE, T. B.; MAUWS, M. K.; DYCK, B. The politics of organizational learning: integrating power into the 4I framework. Academy of Management Review, v. 30, No. 1, 130, n. 1, p. 180-191, 2005.

RASHMAN, L.; WITHERS, E.; HARTLEY, J. Organizational learning and knowledge in public service organizations: a systematic review of the literature. International Journal of Management Reviews, v. 11, n. 4, p. 463-494, 2009.

BERENDS, H.; LAMMERS, I. Explaining discontinuity in organizational learning: A process analysis. Organization Studies, v. 31, p. 1045–1068, 2010.

SANTOS, J.L.S.; URIONA-MALDONADO, M.; MACEDO DOS SANTOS, R.N. Mapeamento das Publicações Acadêmico-Científicas sobre Memória Organizacional, In Anais do Encontro Nacional da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Administração, Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 2011.

URIONA-MALDONADO, M.; SANTOS, J.L.S.; MACEDO DOS SANTOS, R.N. Inovação e Conhecimento Organizacional: um mapeamento bibliométrico das publicações científicas até 2009. In Anais do Encontro Nacional da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Administração, Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 2010.

COHEN, W. M.; LEVINTHAL, D. A. Absorptive capacity: a new perspective on learning and innovation. Administrative Science Quarterly, vol. 35, p. 128-152, 1990.

TODOROVA, G.; DURISIN, B. Absorptive capacity: Valuing a reconceptualization. Academy of Management Review, vol. 32, p. 774–786, 2007.

LANE, P. J.; LUBATKIN, M. Relative absorptive capacity and interorganizational learning. Strategic Management Journal, vol. 19, n. 5, p. 461-477, 1998.

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ANDERSON, M.; SUN, P. What have scholars retrieved from Walsh an Ungson (1991)? A citation context study. Management Learning, vol. 41, n. 2, p. 131-145, 2010.

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HOLAN, P. M.; PHILLIPS, N. Remembrance of things past? The dynamics of organizational forgetting. Management Science, v. 50, n. 11, p. 1603-1613, 2004.

ARGOTE, Linda. Organizational learning research: Past, present and future. Management Learning, v.42, n.4, p. 439-446, 2011.

ANTONELLO, C. S.; GODOY, A. S. G. e cols. Aprendizagem organizacional no Brasil. Bookman: Porto Alegre, 2011.

DIERKES, M.; ANTAL, A. B.; CHILD, J.; NONAKA, I. Handbook of Organizational Learning and Knowledge. Oxford: Oxford 2003.

EASTERBY-SMITH, M.; LYLES, M. Handbook of Organizational Learning and Knowledge Management. Malden: Blackwell, 2005.

Nível: Mestrado / Doutorado

Área de Concentração: Gestão do Conhecimento

Natureza: Eletiva

EMENTA

Poder: Conceitos e Históricos. Organização e Burocracia. O Fenômeno da Liderança. Negociação e Conflito Organizacional. O Poder nos Grupos.

BIBLIOGRAFIA

FOUCAULT, M. Vigiar e punir. Petrópolis: Vozes, 1987.
GOFFMAN, E. Manicômios, prisões e conventos. São Paulo: Perspectiva, 1999.
MORGAN, G. Imagens da organização. São Paulo: Atlas, 1996.
PAGÉS, M; BONETTI, M; GAULEJAC, V. e DESCENDRE, D. O poder nas organizações. São Paulo: Altas, 1990.
PRADO FILHO, K. Sobre o poder. In: Revista de Ciências Humanas, nº 28. Florianópolis: Ed. UFSC, outubro/2000
WEBER, M. Ensaios de sociologia. Rio de Janeiro: Guanabara, 1982.
WOOD JR, T. Mudança organizacional. São Paulo: Atlas, 1995.

Nível: Mestrado / Doutorado

Área de Concentração: Mídia e Conhecimento

Natureza: Eletiva

Ementa

Teorias de aprendizagem e princípios de design multimídia para a criação de unidades curriculares. Introdução a ferramentas de desenvolvimento instrucional. Aplicação de ferramentas à criação de produtos educacionais. Estudos de caso.

Bibliografia

Robert D. Tennyson, Ann E. Barron (Editor). Automating Instructional Design: Computer-Based Development and Delivery Tools. Springer Verlag; 1995. ISBN: 3540587659
William W. Lee, Diana L. Owens. Multimedia-Based Instructional Design : Computer-Based Training, Web-Based Training, and Distance Learning . Jossey-Bass/Pfeiffer. 2000. 0787951595
George M. Piskurich. Rapid Instructional Design : Learning ID Fast and Right. Jossey-Bass/Pfeiffer; 2000. ISBN: 0787947210
Walter Dick, Lou Carey, James O. Carey. The Systematic Design of Instruction (5th Edition). Addison-Wesley Publishing;2000. ISBN: 0321037804
David E. Hennessy, Mildred J. Hennessey. Instructional Systems Development: Tools and Procedures for Organizing, Budgeting and Managing a Training Project from Start to Finish. Training Resources Catalogs; 1989. ISBN: 0945820054

Nível: Mestrado / Doutorado

Área de Concentração: Mídia e Conhecimento

Natureza: Eletiva

EMENTA

Pesquisa e teoria relacionadas ao significado psicológico contemporâneo da mídia. Os tópicos incluem atenção, memória, compreensão, resposta emocional, persuasão, excitação, percepção de imagem, processamento inconsciente e percepção pessoal ao se relacionar com mídias tradicionais (rádio, TV, impressos, filmes) e novas (realidade virtual, teleconferência).

BIBLIOGRAFIA

Cialdini, R., Influence (rev) : The Psychology of Persuasion. (Author) Publisher: Quill; Revised edition (September 1998) ISBN: 0688128165
Pratkanis, A., Aronson, E., Age of Propaganda: The Everyday Use and Abuse of Persuasion by Publisher: W H Freeman & Co; Revised edition (March 2001) ISBN: 0716731088.
Richard M. Perloff, The Dynamics of Persuasion (Communication Textbook Series. Mass Communication) by Publisher: Lawrence Erlbaum Assoc; (March 1993) ISBN: 0805813772.
Sargant, W., Battle for the Mind: A Physiology of Conversion and Brainwashing by Publisher: Malor Books; Reprint edition (October 1997) ISBN: 1883536065
Sidney Kraus, Richard M. Perloff , Mass Media and Political Thought : An Information-Approach., Textbook Binding, Publisher: Sage Publications; (January 1986), ASIN: 0803925166
Winn, D., The Manipulated Mind: Brainwashing, Conditioning and Indoctrination, Publisher: I S H K Book Service; (January 2000) ISBN: 1883536227.

Nível: Mestrado / Doutorado

Área de Concentração: Gestão do Conhecimento

Natureza: Eletiva

EMENTA

Esta disciplina foi planejada como seminário básico em métodos de pesquisa interpretativos para alunos do Mestrado e Doutorado que atuam na área de Gestão do Conhecimento em Organizações. Ele procura iniciar o aluno no tema da pesquisa científica e em abordagens e métodos usados em diferentes áreas da Gestão do Conhecimento. Embora sejam discutidos diferentes métodos, serão enfatizados os métodos etnográficos.

BIBLIOGRAFIA

TAYLOR, S. J. and BOGDAN, R. Introduction to qualitative research methods: a guidebook and resource. 3. Ed. New York: John Wiley, 1997, Cap 1 (p. 3-23).

MERRIAM. S. B. Qualitative research and case study applications in education. San Francisco (CA) : Jossey-Bass. 1998., p. 3-25.

TAYLOR, S. J. and BOGDAN, R. Introduction to qualitative research methods: a guidebook and resource. 3. Ed. New York: John Wiley, 1997, Cap. 2 e 3 (p. 24-86).

TAYLOR, S. J. and BOGDAN, R. Introduction to qualitative research methods: a guidebook and resource. 3. Ed. New York: John Wiley, 1997, Cap 4 e 5 (p. 87-133).

TAYLOR, S. J. and BOGDAN, R. Introduction to qualitative research methods: a guidebook and resource. 3. Ed. New York: John Wiley, 1997, Cap. 6 e 7 (p. 134-181).

KUTSCHE, P. Field ethnography: a manhal for doing Cultural Anthropology. Upper Saddle Rive (NJ),1998, p. 152-206

McCURDY, D.W.; SPRADLEY, J.P.; SHANDY, D.J. The cultural experience. 2. Ed. Long Grove (IL): Waveland Press, 2005, p. 103-190.

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ECO, U. Como se faz uma tese. São Paulo: Ed Perspectiva, 1977.

VERGARA, S.C. Projetos e relatórios de pesquisa em Administração. 3. Ed. São Paulo: Atlas, 2000.

**COIMBRA, O. O texto da reportagem impressa: um curso sobre sua estrutura. São Paulo: Ática, 1993.

**ASSUMPÇÃO, M.E.O.; BOCCHINI, M.O. Para escrever bem. São Paulo: Manole, 2002.KOCH, I.V. A coesão textual. São Paulo: Contexto, 1989.

**MILES, M.B.; HUBERMAN, A.M. Qualitative data analysis. 2. Ed. Thousand Oaks (CA): Sage, 1994.

BERGER, P.L.; LUCKMANN, T. A construção social da realidade. 11a Ed. Petrópolis : Vozes, 1973.

De BRUYNE, P. et. al. Dinâmica da pesquisa em ciências sociais. 5a Ed. Rio de Janeiro : Francisco Alves, 1991.

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MASON, J. Qualitative researching. London : Sage, 1996.

MERRIAM. S. B. Qualitative research and case study applications in education. San Francisco (CA) : Jossey-Bass. 1998.

MORGAN, G. AND SMIRCICH, L. The case for qualitative research Academy of Management Review, v. 5, n. 4, 1980, pp. 491-500.

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SANDSTROM, K. L.; MARTIN, D. D. FINE, G. A. 2. Ed. Sybols, selves and social reality. Los Angeles: Roxbury Publishing Company, 2006.

SPRADLEY, J. P. Participante observation. Orlando: Harcourt Brace Jovanovich College Publishers, 1980.

SPRADLEY, J. P. The ethnographic interview. Belmont (CA) :Wadsworth, 1979.

STRAUSS, A. and CORBIN, J. Basics of qualitative research: Grounded theory procedures and techniquoes. London : Sage, 1990.

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TRIVIÑOS, A.N.S. Introdução à pesquisa qualitativa em ciências sociais. São Paulo : Atlas, 1992.

Van MAANEN, J. Tales of the field: On writing ethnography. Chicago : The University of Chicago Press, 1988.

WOLCOTT, H. F. Writing up qualitative research. Newbury Park, 1990.

Nível: Mestrado / Doutorado

Área de Concentração: Engenharia do Conhecimento

Natureza: Eletiva

EMENTA

Web Semântica. Linguagens XML e RDF. Ontologias: desenvolvimento e linguagens. Anotação. Raciocino e inferência. Integração da web semântica com outras tecnologias: agentes inteligentes, web service, sistemas de hipermídia, TV digital, portais corporativos, etc. Desenvolvimento de ferramentas e aplicações de web semântica.

BIBLIOGRAFIA

ANTONIOU, G e HARMELEN, F. van. A Semantic Web Primer. Cambridge: MIT Press, 2004. 238 p.
BECKETT, D. RDF/XML Syntax Specification (Revised) – W3C Recommendation 2004.
BERNERS-LEE, T. The World Wide Web: A Very Short Personal History. Apresenta uma visão pessoal do autor sobre o desenvolvimento da web.
BERNERS-LEE, T.; HENDLER, J;. e LASSILA, O. The Semantic Web. Scientific American. maio. 2001.
BERNERS-LEE, T. Weaving the Web. London: Orion Business, 1999.
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BRAY, T.; HOLLANDER, D.; LAYMAN, A. Namespaces in XML ? W3C Recomendation. 1999.
BRICKLEY, D.; GUHA, R. V. RDF Vocabulary Description Language 1.0: RDF Schema – W3C Recommendation. 2004.
DACONTA, M. C.; OBRST, L. J.; SMITH, K. T. The Semantic Web. A Guide to the Future of XML, Web Services, and Knowledge Management. Indianápolis(EUA): Wiley Publishing Inc, 2003. 281 p.
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HORROCKS, I. et. al. SWRL: A Semantic Web Rule Language Combining OWL e RuleML – W3C Recommendation. 2004.
MANOLA, F.; MILLER, E. RDF Primer- W3C Recommendation. 2004.
McGUINNESS, D. L.; HARMELEN F. OWL ? Web Ontology Language Overview: W3C Recommendation. 2004.

Nível: Mestrado / Doutorado

Área de Concentração: Todas as áreas

Natureza: Eletiva

EMENTA: Construção da Visão de Mundo. Evolução da Visão de Mundo. Concepção de Sistemas. Características de Sistemas. Monitoração e Controle de Sistemas. Objeto da Teoria Geral de Sistemas. Teoria Geral de Sistemas e Interdisciplinaridade.

BIBLIOGRAFIA:

ALVES, J. B. M. Teoria Geral de Sistemas: em busca da interdisicplinaridade. Florianópolis, Instituto Stela. 2012. ISBN 978-85-99406-38-0.

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COVINGTON Jr., W. G. – Creativity and General Theory of Systems. Parkland, Florida, Universal Publishers, 1998.

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JOHNSON, S. Emergência: A Dinâmica de Rede em Formigas, Cérebros, Cidades e Softwares. Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor, 2003.

SILVEIRA, S. A. Exclusão Digital: A Miséria na Era da Informação. S. Paulo, Editora Fundação Perseu Abramo, 2001.

SKYTTNER, L. General System Theory: An Introduction. UK, Antony Rowe Ltda, 1996.

Nível: Mestrado / Doutorado

Área de Concentração: Engenharia do Conhecimento

Natureza: Eletiva

Ementa

Governo eletrônico: Noções iniciais. Governo eletrônico no Brasil e no Mundo; O mundo digital e a Sociedade da Informação; Aplicação do Governo Eletrônico nas estruturas de Governo; Inclusão Digital; Certificação digital; Democracia virtual e urna eletrônica; Atos administrativos no ciberespaço; Estratégias e Políticas na Sociedade da Informação; Inteligência Artificial; Ontologias e Técnicas de Inteligência Artificial; Pesquisa Aplicada na Área de e-Gov; Engenharia do conhecimento compartilhado para o governo; Poder Legislativo e e-democracia; Inteligência Governamental na Era Digital; Metodologias e Mídias; Avaliação de Portais Governamentais.

Bibliografia

FURTADO, Vasco. Tecnologia e Gestão da Informação em Segurança Pública. Rio de Janeiro: Garamond. 2002, 268 pgs.
GALINDO, Fernando(Org.). Gobierno, derecho y tecnologia: las actividades de los poderes públicos. Espanha: Thomson Civitas, 2006.
ROVER, Aires José. Informática no direito: inteligência artificial, introdução aos sistemas especialistas legais. Curitiba: Juruá, 2001.
ROVER, Aires José. (Org.). Direito e Informática. São Paulo: Manole, 2004.
ROVER, Aires José.(org.). Governo Eletrônico e a inclusão digital. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2009.
HOESCHL, Hugo Cesar (organizador). Introdução ao Governo Eletrônico. Florianópolis: Ijuris, 2003. v. 1, 109 p.

Nível: Mestrado / Doutorado

Área de Concentração: Engenharia do Conhecimento

Natureza: Eletiva

Ementa

Visão Geral sobre Qualidade da Informação. Definindo Qualidade da Informação. Contexto da Qualidade da Informação. Medindo Qualidade da Informação. Ferramentas para Avaliar Qualidade da Informação. Modelos de Gestão de Qualidade da Informação. Estudo de Casos.

Bibliografia

Olson, J. E., “Data Quality – The Accuracy Dimension”, Morgan Kaufmann Pulishers, 2003.
Wang, R.Y., Ziad, M., Lee. Y.W., “Data Quality”, Springer Verlag, 2002.
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Lee, Y. W. “Crafting Rules: Context-Reflective Data Quality Problem Solving“, Journal of Management Information Systems, Vol. 20 No. 3 , Winter 2004 , pp. 93 – 119.
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Madnick, S. E. , Wang, R. Y., Xian, X. “The Design and Implementation of a Corporate Householding Knowledge Processor to Improve Data Quality”, JMIS, Vol. 20 No. 3, Winter 2004 , pp. 41 – 69.
Cappiello, C., Francalanci, C. e Pernici, B. “Time-Related Factors of Data Quality in Multichannel Information Systems”, JMIS. Vol. 20 No. 3 , Winter 2004 , pp. 71 – 91.

Nível: Mestrado / Doutorado

Área de Concentração: Gestão do conhecimento

Natureza: Eletiva

Ementa

Conceitos gerais. Serviços e valor. Operações de serviços. Cliente de serviços. Qualidade percebida em serviços. Estratégia de operações de serviços. Projeto do sistema de serviços. Gerenciando operações de serviços. Avaliação de processos de serviços.

Bibliografia

Manhães, M. C. (2010). A INOVAÇÃO EM SERVIÇOS E O PROCESSO DE CRIAÇÃO DO CONHECIMENTO: uma proposta de método para o design de serviço. UFSC. Retrieved from http://btd.egc.ufsc.br/wp-content/uploads/2010/11/mauricio_manhaes.pdf
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Nível: Mestrado / Doutorado

Área de Concentração: Mídia e Conhecimento

Natureza: Eletiva

Ementa

História do movimento psicanalítico – A psicanálise. Consciência, consciente, inconsciente: O inconsciente é estruturado como uma linguagem. O método psicanalítico de investigação. Condensação e deslocamento. Significado e dimensões das relações formais e das relações informais. Trânsito de informações. Entrevista. Interpretação e transferência: Consequências nas relações interpessoais.

Bibliografia

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Lacan, J. O Seminário. livro 8: A Transferência. Texto estabelecido por Jacques-Alain Miller. Versão brasileira de Dulce Duque-Estrada. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1992.
Lacan, J. O Seminário. Livro 11: Os quatro conceitos fundamentais da psicanálise. Texto estabelecido por Jacques-Alain Miller. Trad. de M. D. Magno. 2ª ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1985.
Lacan, J. O Seminário. Livro 20: Mais, ainda. Texto estabelecido por Jacques-Alain Miller. Versão brasileira de M. D. Magno. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1982.
PLATÃO. Diálogos: Mênon – Banquete – Fedro. 4ª ed. Rio de Janeiro: Globo,
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RICOEUR, P. Da interpretação: Ensaio sobre Freud. Rio de Janeiro: Imago, 1977.
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TERRA Networks S.A. Apresenta textos sobre hermenêutica. Disponível em: http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/fundamentalismos2.htm. Acesso em: 20/10/2001.
VALLEJO, A. Lacan: operadores da leitura. São Paulo: Perspectiva, 1981.

Nível: Mestrado / Doutorado

Área de Concentração: Mídia do conhecimento

Natureza: Eletiva

Ementa

A mídia inserida dentro de um panorama econômico.  Os complexos relacionamentos entre mídia e negócios. O crescimento do mercado de informação e as aproximações de gerenciamento de mídia. Introdução às questões básicas de conceitos de economia da mídia. Demandas da cultura free, os processos evolutivos: do fordismo, toyotismo e on demanda.  Análise de como as visões de marketing e gerenciamento afetam o desempenho da mídia nos mercados competitivos local, nacional e global. Marcas e produtos: capital afetivo, lovemarks e novas tendências no cenário midiático a partir da necessidade de agregar valor a produtos culturais.

Bibliografia