Ementas

EMENTA

Sociedade do conhecimento. Dado, informação e conhecimento. Modelo de 5 fases de criação do conhecimento de Nonaka e Takeuchi. Processos de gestão do conhecimento. Diagnóstico/avaliação de gestão do conhecimento nas empresas. Práticas de gestão do conhecimento .

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

NORTH, K., Gestão do Conhecimento: Um guia pratico rumo a empresa inteligente, Qualitymark, Rio de Janeiro, 2010.
BATISTA, F. F., QUANDT, C. O., PACHECO, F. F. & TERRA, J. C. C., Gestão do Conhecimento na Administração Pública. IPEA – MPOG, Brasília, 2005.
BERGERON, B., Essentials of knowledge management. New Jersey: John Wiley & Sons, 2003.
BUKOWITZ, W. R. & WILLIAMS, R. L., Manual de Gestão do Conhecimento. Porto Alegre: Bookman, 2002.
CHOO, C. W., A Organização do Conhecimento. São Paulo: SENAC, 2003.
DAVENPORT, T. H. & PRUSAK, L. Conhecimento Empresarial. São Paulo: Campus, 1998.
DOS SANTOS, N., Gestão Estratégica do Conhecimento. Apostila do Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento, UFSC, Florianópolis, 2005.
KLEIN, David A. A Gestão Estratégica do Capital Intelectual. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1998.
NONAKA, I.; TAKEUCHI, H., Criação de Conhecimento na Empresa. Rio de Janeiro: Campus, 1997.
RAO, M. (ed.), Knowledge management tools and techniques. Burlington: Elsevier Butterworth–Heinemann, 2005.
SANTOS, A.R.; PACHECO, F.F.; PEREIRA, H. J.; BASTOS Jr, P.A. Gestão do conhecimento como modelo empresarial. Gestão do conhecimento: uma experiência para o suces- so empresarial. Rio de Janeiro: Campus. 2001.
STANKOSKY, M. (ed.), Creating the Discipline of Knowledge Management: The Lasted in University Research. Burlington: Elsevier Butterworth–Heinemann, 2005.
SVEIBY, K. E., A Nova Riqueza das Organizações. Rio de Janeiro: Campus, 1998.
TERRA, J.C.C. (Organizador), Gestão do Conhecimento em Empresas de Pequeno Porte. São Paulo: Negócios, 2003.
TERRA, J.C.C., Gestão do Conhecimento. São Paulo: Negócios, 2001.
VON KROGH, G., ICHIJO, K., NONAKA, I., Facilitando a Criação de Conhecimento. Rio de Janeiro: Campus, 2001.
Recomenda-se aos alunos a pesquisa em dissertações e no “Portal CAPES de periódicos”NORTH, K., Gestão do Conhecimento: Um guia pratico rumo a empresa inteligente, Qualitymark, Rio de Janeiro, 2010.
BATISTA, F. F., QUANDT, C. O., PACHECO, F. F. & TERRA, J. C. C., Gestão do Conhecimento na Administração Pública. IPEA – MPOG, Brasília, 2005.
BERGERON, B., Essentials of knowledge management. New Jersey: John Wiley & Sons, 2003.
BUKOWITZ, W. R. & WILLIAMS, R. L., Manual de Gestão do Conhecimento. Porto Alegre: Bookman, 2002.
CHOO, C. W., A Organização do Conhecimento. São Paulo: SENAC, 2003.
DAVENPORT, T. H. & PRUSAK, L. Conhecimento Empresarial. São Paulo: Campus, 1998.
DOS SANTOS, N., Gestão Estratégica do Conhecimento. Apostila do Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento, UFSC, Florianópolis, 2005.
KLEIN, David A. A Gestão Estratégica do Capital Intelectual. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1998.
NONAKA, I.; TAKEUCHI, H., Criação de Conhecimento na Empresa. Rio de Janeiro: Campus, 1997.
RAO, M. (ed.), Knowledge management tools and techniques. Burlington: Elsevier Butterworth–Heinemann, 2005.
SANTOS, A.R.; PACHECO, F.F.; PEREIRA, H. J.; BASTOS Jr, P.A. Gestão do conhecimento como modelo empresarial. Gestão do conhecimento: uma experiência para o suces- so empresarial. Rio de Janeiro: Campus. 2001.
STANKOSKY, M. (ed.), Creating the Discipline of Knowledge Management: The Lasted in University Research. Burlington: Elsevier Butterworth–Heinemann, 2005.
SVEIBY, K. E., A Nova Riqueza das Organizações. Rio de Janeiro: Campus, 1998.
TERRA, J.C.C. (Organizador), Gestão do Conhecimento em Empresas de Pequeno Porte. São Paulo: Negócios, 2003.
TERRA, J.C.C., Gestão do Conhecimento. São Paulo: Negócios, 2001.
VON KROGH, G., ICHIJO, K., NONAKA, I., Facilitando a Criação de Conhecimento. Rio de Janeiro: Campus, 2001.
Recomenda-se aos alunos a pesquisa em dissertações e no “Portal CAPES de periódicos”

EMENTA
Conceitos gerais. Princípios e processos da engenharia do conhecimento. Histórico, evolução da área de engenharia do conhecimento. Os processos da engenharia do conhecimento: identificação, aquisição, formalização, representação, distribuição, implementação, avaliação e manutenção. Principais metodologias de engenharia do conhecimento. Engenharia de ontologia. Principais ferramentas de engenharia do conhecimento voltadas ao desenvolvimento de sistema de conhecimento. Tendências em engenharia do conhecimento.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Conteúdo Teórico seguido de Conteúdo Prático com foco na modelagem de sistemas de conhecimento:

UNIDADE 1: Introdução à Engenharia do Conhecimento [4 horas-aula] – Conceitos gerais
– Perspectiva histórica
– Princípios – O contexto organizacional e a Gestão do Conhecimento

UNIDADE 2: Processos da Engenharia do Conhecimento [4 horas-aula] – Identificação
– Aquisição
– Formalização
– Representação
– Distribuição
– Implementação
– Avaliação
– Manutenção

UNIDADE 3 – Metodologias de Engenharia do Conhecimento [16 horas] – CommonKADS e seus modelos
– MIKE
– MOKA

UNIDADE 4 – Engenharia de Ontologia [16 horas-aula] – Metodologias
– Linguagens de Representação
– Inferência
– Aplicações

UNIDADE 5 – Sistemas de Conhecimento [14 horas-aula] – Conceitos
– Método de Resolução de Problema
– Ferramentas de Engenharia do Conhecimento

UNIDADE 6 – Tendências em Engenharia do Conhecimento [4 horas-aula]

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
A. T. Schreiber, J. M. Akkermans, A. A. Anjewierden, R. de Hoog, N. R. Shadbolt, W. Van de Velde, and B. J. Wielinga, editors. Knowledge Engineering and Management: The CommonKADS Methodology. MIT Press,
Cambridge, Massachusetts. London, England, 1999.

Guus Schereiber. Knowledge Engineering. In: Frank van Harmelen, Vladimir Lifschitz and Bruce Porter, editors. Handbook of Knowledge Representation (Foundations of Artificial Intelligence). Elsevier Science, 2008. p. 929-946.

EMENTA

Qualidade da informação e conhecimento; Informação como Produto; Definição da Qualidade da Informação; Medidas e Processos para Qualidade da Informação; Ferramentas para Medir Qualidade da Informação; análise de Qualidade de Dados; Conceitos de Data Quality; Data Enrichment; Data Cleasing; Metodologia TDQM (Total Data Quality Management); Processo de Extração e Transformação – Alterações à Estrutura de Dados; Processo de Assimilação do Conteúdo Gramatical; Processo de Comparação, Gestão de Dados.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

1) Qualidade da Informação e Conhecimento [8 horas-aula]

– Definição de Qualidade da Informação.

– Informação como Produto.

– O dado como recurso.

– Impactos da avaliação contínua de Sistemas de Informação.

– Relevância da Qualidade da Informação.

– Impacto de dados de qualidade duvidosa.

2) Analise de Qualidade de Dados [8 horas-aula]

– Objetivos de um Programa de Qualidade de dados.

– Estrutura de Programas de Qualidade de dados

3) Contexto da Qualidade da Informação [8 horas-aula]

– Dimensões da Qualidade da Informação

4) Ferramentas para Analisar Qualidade da Informação [12 horas-aula]

– Avaliação dos Impactos do uso de TI e SI.

– Medidas de Produtividade.

– Satisfação do usuário.

– SI e Modelos que atendam ao usuário.

– Descrição de Modelos Genéricos.

– Perspectiva da Informação como produto.

5) Medindo Qualidade da Informação [18 horas-aula]

– Gestão da Informação como Produto

– Aplicação dos Fundamentos da Qualidade da Informação.

– Metodologia QTDM.

6) Gestão de Dados [18 horas-aula]

– Estudo de Modelos

– Impacto da Qualidade de Dados e Informações nas Organizações

– Aplicações para a WEB

BIBLIOGRAFIA

Bibliografia Básica:

– Ao longo do semestre, a bibliografia é acrescida com a indicação de artigos publicados em periódicos científicos e disponibilizados aos alunos, via Portal de Periódicos da CAPES. Este procedimento é adotado tendo em vista o alto grau de inovações que surgem para esta disciplina.

Bibliografia Complementar:

– Olson, J. E., “Data Quality – The Accuracy Dimension”, Morgan Kaufmann Pulishers, 2003.

– Wang, R.Y., Ziad, M., Lee. Y.W., “Data Quality”, Springer Verlag, 2002.

Curso(s):
Sistemas de Informação (238)
Requisito(s):
Não há
Conceituação. O papel da criatividade nas modernas organizações. Teorias Filosóficas e Psicológicas sobre a Criatividade. Bloqueios. Técnicas de desenvolvimento da criatividade ( Brainstorming, Discussão 66, Método 635, Sintética, Biônica, Listagem de Atributos, Régua Heurística, Cenários, Aproximação Analógica, As Palavras Indutoras). Perfil de uma organização criativa. Criatividade nos negócios. Marketing e criatividade.
Geral: Aprimorar a criatividade dos alunos e apresentar técnicas de desenvolvimento da criatividade.
Específicos:
Sensibilizar para a importância da criatividade;
Conhecer técnicas de criatividade;
Conhecer a teoria e pratica do pensamento lateral;
Desenvolver um comportamento criativo;
Conceitos em criatividade [2 horas-aula] Sensibilização [4 horas-aula] Fluência criativa [4 horas-aula] Flexibilidade criativa [2 horas-aula] Aberturas [6 horas-aula] Bloqueios [6 horas-aula] Geração de alternativas [3 horas-aula] Pensamento Lateral [6 horas-aula] Técnicas do desenvolvimento da criatividade [15 horas-aula] Ementa:
Objetivo(s):
Conteúdo Programático:

§ Brainstorm

§ Quadro morfológico

§ SCAMDAR

§ Análise de atributos

§ Matriz de priorização

O perfil de uma organização criativa [3 horas-aula]

Criatividade nos negócios [3 horas-aula]

Metodologia:

Aulas expositivas;
Prática em Dinâmica de Grupo;
Trabalhos individuais;
Apresentação de Projetos

Avaliação:

N1= Projeto 1

Projeto em grupo de até 3 pessoas a ser apresentado em aula.

N2= Projeto 2

Projeto em grupo de até 3 pessoas a ser desenvolvido e apresentado em aula.

N3= Participação em aula

Nota em função do número de faltas, realização de exercícios em aula e participação nas discussões.

MF = N1*0,3 + N2*0,4 + N3*0,3

Conforme parágrafo 2º do artigo 70 da Resolução 17/CUn/97, o aluno com freqüência suficiente (FS) e média final no semestre (MF) entre 3,0 e 5,5 terá direito a uma nova avaliação ao final do semestre (REC), sendo a nota final (NF) calculada conforme parágrafo 3º do artigo 71 desta resolução, ou seja:

NF = (MF + REC) / 2.

REC= recuperação na forma de prova

Cronograma:

Projeto 1

A ser apresentado em aula em data a ser marcada com a turma aproximadamente na sétima semana.

Projeto 2

A ser desenvolvido e apresentado em aula em data a ser marcada com a turma aproximadamente na décima quinta semana.

Bibliografia Básica:

Alencar, Eunice M. L. Soriano de. A gerencia da criatividade. São Paulo: Makron Books, 1996.

Bibliografia Complementar:

ALBIGENOR & MILITÃO, Rose. S. O S. Dinâmica de Grupo. Rio de Janeiro: Dunya, ed., 1999.

ALENCAR, Eunice Soriano de. Criatividade Brasília: Ed. UnB, 1993.

BARRETO, Roberto Mena. Criatividadeno Trabalho e na Vida. São Paulo: Summus, 1997.

BEAL, George; BOHLEN, Joe M. Liderança e Dinâmica de Grupo.

GRAMINGA, Maria Rita Miranda. Jogos de Empresa. São Paulo: MAKRON Books, 1993

PREDEBON, José. Criatividade: abrindo o lado inovador da Mente. 2. Ed. São Paulo: Atlas, 1998

YOZO, Ronaldo Yudi K. 1000 Jogos para Grupos. São Paulo: Agora, 1996.

1. CURSO(S):

Sistemas de Informação (238)

2. REQUISITO(S):

Não há

3. EMENTA:

Modelo de negócio. Análise de mercado. Projeto de produto/serviço. Componentes de um plano de negócios. Elaboração de um plano de negócios.

4. OBJETIVO(S):

Geral:

· Desenvolver a capacidade dos alunos de modelar, planejar e criar empreendimentos envolvendo a área de informática

Específicos:

· Desenvolver a competência dos alunos em planejar negócios e empreendimentos relacionados à área de informática;

· Apresentar aos alunos ferramentas e técnicas utilizadas para modelar e planejar novos negócios;

· Exercitar a aplicação das ferramentas e técnicas apresentadas por meio da elaboração de um plano de negócio de empresa relacionada à área de informática.

5. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

1 O MODELO DE NEGÓCIO [16ha]

1. O design thinking

2. O modelo de negócio

3. A curva de valor

4. Ferramentas utilizadas na geração de modelos de negócios

5. Desenho do modelo de negócio

2 O NOVO NEGÓCIO E O PLANO DE NEGÓCIOS [2ha]

1. Reduzindo riscos

2. Objetivo do plano

3. Plano de negócios como documento

4. Plano de negócios como um processo

3 O CONHECIMENTO DO MERCADO [4ha]

1. Conceito de análise de mercado

2. Clientes

3. Concorrentes

4. Fornecedores

5. Elaboração de um questionário para pesquisa de mercado

6. Tabulação dos resultados Análise dos resultados

7. Algumas variáveis que influenciam a demanda

8. Descrição do segmento de mercado

9. Quantificação dos potenciais clientes

4 O PRODUTO [4ha]

1. Definição dos produtos/serviços

2. O que a descrição do produto ou serviço deve conter

3. Características do produto

4. Classificações de produtos em função do comprador, consumo e tangibilidade

5. Ciclo de vida do produto

5 OS PROCESSOS OPERACIONAIS [2ha]

1. Importância da descrição dos processos

2. Principais processos operacionais

3. Fluxograma de processos

4. Recursos: instalações físicas, equipamentos, móveis, automóveis, utensílios, pessoas etc.

6 OS INVESTIMENTOS [4ha]

1. Composição dos investimentos

2. Investimentos em ativos permanentes

3. Investimentos financeiros

4. Investimentos pré-operacionais

5. Capital de giro

7 OS DEMONSTRATIVOS FINANCEIROS [4ha]

1. Custos

2. Preço de venda

3. Demonstração do resultado

4. Fluxo de caixa

5. Indicadores financeiros

6. METODOLOGIA:

Aulas expositivas; Trabalhos individuais; Trabalhos em Grupo; Elaboração e apresentação do Modelo de Negócio e Plano de negócio.

7. AVALIAÇÃO:

N1= Média das dez Atividades (An) elaboradas em grupo ao longo do semestre

N2= Trabalho escrito e apresentação do Modelo de Negócio e Plano de negócio

N3= Prova 1

N4= Prova 2

MF= N1*0,25 + N2*0,25 + N3*0,25 + N4*0,25

Obs. Só receberá a nota referente às atividades elaboradas (An) em sala de aula o aluno que estiver presente e participar ativamente de sua realização.

Conforme parágrafo 2º do artigo 70 da Resolução 17/CUn/97, o aluno com freqüência suficiente (FS) e média final no semestre (MF) entre 3,0 e 5,5 terá direito a uma nova avaliação ao final do semestre (REC), sendo a nota final (NF) calculada conforme parágrafo 3º do artigo 71 desta resolução, ou seja:

NF = (MF + REC) / 2.

8. CRONOGRAMA:

o As tarefas serão agendas pelo professor para entrega no Moodle, com aproximadamente uma semana de intervalo. As tarefas não entregues na data terão subtração de um ponto na nota para cada dia de atraso.

o A primeira prova será realizada na oitava semana de aula, aproximadamente

o A segunda prova será realizada na décima quinta semana de aula, aproximadamente.

o O Modelo de Negócio e o Plano de Negócios deverão ser apresentados e entregues na décima sexta semana de aula, aproximadamente.

o A prova de recuperação será realizada no na décima oitava semana de aula, aproximadamente.

9. BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

OSTERWALDER, A.; PIGNEUR, Y. Business Model Generation (John Wiley & sons, Eds.). p.278 p. New Jersey – USA, 2010.

RAMAL, A C; SALIM, C S; HOCHMAN, N; RAMAL, S. A Construindo planos de negócios: Todos os passos necessários para planejar e desenvolver negócios de sucesso, 3. Ed. rev. e atual. – Rio de Janeiro. ELSEVIER, 2005.

10. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

ABRAMS, R. M. Business Plan. Érika, São Paulo, 1994.

DE MORI, Flávio et al. Empreender: Identificando, avaliando e planejando um novo negócio. Florianópolis: ENE, 1998.

DEGEM, Ronald. O empreendedor: fundamentos da iniciativa empresarial. São Paulo: Makron Books, 1989.

Gauthier, F. A. O; Macedo, M. Criando e organizando uma empresa de tecnologia da informação, Florianópolis: Ed. do Autor, 2007.

ROSA, Cláudio Afrânio. Como elaborar um plano de negócio. Organizado por Flávio Lúcio Brito; colaboradores Haroldo Mota de Almeida, Luiz Antônio Nolasco dos Santos, Mauro de Souza Henriques. – Belo Horizonte: SEBRAE/MG, 2004.

SANZ, Juan José Gallego; CORTÉS, Susana Fernández. Proyecto Empresarial. Madrid: Thomson Paraninfo, 2003.

EMENTA

Conceito de Web semântica. Bases da Web Semântica. Ontologias. Representação do conhecimento através de ontologias. Padrões da Web Semântica (RDF. OWL, etc.). Desenvolvimento, evolução e mediação de ontologias. Sistemas de informação baseados em ontologias. Aplicações.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

1) Conceito de Web Semântica [4 horas-aula]

– Web Atua e seus problemas

– Visão de Web semântica

2) Camada UNICODE e URI [2 horas-aula]

– UNICODE

– URI

3) Camada XML+NS+XMLSCHEMA [2 horas-aula]

– XML

– Name Space

– XMLSCHEMA

4) Camada RDF + RDFSCHEMA [8 horas-aula]

– RDF

– RDFSCHEMA

– Exercícios de rdfschema

– Ferramenta pra gerar rdf (Protégé)

– Publicação de arquivos rdf

5) Anotação [2 horas-aula]

– Conceito de anotação

– Software para anotação

6) Camada OWL [6 horas-aula]

– Conceito ontologia e Tipos de ontologias

– Representação do conhecimento através ontologias

– OWL

– Exercícios de OWL

7) Metodologias para desenvolvimento de ontologias [6 horas-aula]

– Metodologia 101

– On-to-Knowledge

– Methontology

– OntoKEM

8) Ferramentas para construção de ontologias [4 horas-aula]

– OntoKEM

– Protégé

9) Estudo de caso – Desenvolvimento de uma ontologia [16 horas-aula]

– Questões de competências

– Vocabulário

– Hierarquia

– Dicionário de classes

– Finalização no Protégé

– Apresentação

10) Camada Lógica [6 horas-aula]

– SWRL

– Reasonners

– Exercícios

11) Camada de Prova [2 horas-aula]

– Conceito de Prova

– Exemplos de sistemas de provas

12) Camada de confiança [2 horas-aula]

– Confiança em Sistemas de computação

– Exemplos de Sistemas de confiança

13) Sistemas de informação baseados em ontologias [4 horas-aula]

– Conceitos

– Exemplos de sistemas de informação baseados em ontologias

14) Seminários de Aplicações de Web Semântica, Ontologias e Sistemas de -Informações [8 horas-aula]

BIBLIOGRAFIA

Bibliografia Básica:

– BERNERS-LEE, T.; HENDLER, J;. e LASSILA, O. The Semantic Web. Scientific American. maio. 2001.

– ANTONIOU, G e HARMELEN, F. van. A Semantic Web Primer. Cambridge: MIT Press, 2004. 238 p.

Bibliografia Complementar:

– BECKETT, D. RDF/XML Syntax Specification (Revised) – W3C Recommendation 2004. Disponível em: <http://www.w3.org/TR/rdf-syntax-grammar/>.

– BERNERS-LEE, T. The World Wide Web: A Very Short Personal History. Disponível em: <http://www.w3.org/People/Berners-Lee/ShortHistory.html>

– BERNERS-LEE, T. Weaving the Web. London: Orion Business, 1999.

– BERNERS-LEE, T. Semantic Web Road Map, 1998a. Disponível em: <http://www.w3.org/DesignIssues/Semantic.html>.

– BRAY, T.; HOLLANDER, D.; LAYMAN, A. Namespaces in XML – W3C Recomendation. 1999. Disponível em: <http://www.w3.org/TR/1999/REC-xml-names-19990114/>.

– BRICKLEY, D.; GUHA, R. V. RDF Vocabulary Description Language 1.0: RDF Schema – W3C Recommendation. 2004. Disponível em: <http://www.w3.org/TR/2004/REC-rdf-schema-20040210/> .

– DACONTA, M. C.; OBRST, L. J.; SMITH, K. T. The Semantic Web. A Guide to the Future of XML, Web Services, and Knowledge Management. Indianápolis(EUA): Wiley Publishing Inc, 2003. 281 p.

– DEAN, M.; SCHREIBER, G. OWL – Web Ontology Language Reference: W3C Recommendation. 2004. Disponível em: <http://www.w3.org/TR/2004/REC-owl-ref>

– HORROCKS, I. et. al. SWRL: A Semantic Web Rule Language Combining OWL e RuleML – W3C Recommendation. 2004. Disponível em: <http://www.w3.org/Submissions/2004/SUBM-SWRL-20040521/>.

– MANOLA, F.; MILLER, E. RDF Primer- W3C Recommendation. 2004. Disponível em: <http://www.w3.org/TR/rdf-primer/>. Acesso em: 10 out. 2004.

– McGUINNESS, D. L.; HARMELEN F. OWL – Web Ontology Language Overview: W3C Recommendation. 2004. Disponível em: <http://www.w3.org/TR/2004/REC-owlfeatures-20040210/>. Acesso: 10 jan. 2005.

– PROTEGE. Welcome to Protégé. Disponível em: <http://protege.stanford.edu>.

EMENTA

Conceitos, histórico (dados, informação e conhecimento). Diretrizes e recomendações básicas e principais abordagens utilizadas na gestão do conhecimento. Criação do conhecimento: formatos e conversões. Facilitadores do trabalho com o formato tácito e explícito do conhecimento. Aplicações da tecnologia da informação na gestão do conhecimento. Aplicação da gestão do conhecimento na organização por meio de seus processos empresariais.

2) Cursos

– Sistemas de Informação (238)

3) Requisitos

– Não há

4) Ementa

Histórico e rumos da TGS. Concepções cartesiana e mecanicista X enfoque sistêmico. Componentes, características, tipos e classificações de sistemas. Estados. Modelos. Conceituações. Processo decisório e informativo. Metodologia para desenvolvimento de sistemas de informação.

5) Objetivos

Geral: Apresentar os principais conceitos da Teoria Geral de Sistemas, em um mundo globalizado na era da informação e do conhecimento, como suporte à concepção e à aplicação de Sistemas de Informação.

Específicos:

– Apresentar limitações da mente humana (e suas vantagens evolutivas) na apreensão de toda

a complexidade do mundo em que está inserida;

– Apresentar conceitos de sistemas, ambiente, observador e hierarquia;

– Apresentar discussão do histórico da concepção de sistemas e seus paradigmas;

– Apresentar as principais características de sistemas;

– Apresentar conceitos de estado de um sistema, sua representação, os processos envolvidos e a estabilidade de estado de sistemas;

– Discutir algumas classificações de sistemas;

– Apresentar e discutir uma metodologia para desenvolvimento de sistemas e aplicações em

Sistemas de Informação;

Conteúdo Programático

Visão Sistêmica [18 horas-aula]

– E viva a mente

– Nem tudo o que se vê …

– Alegoria da Caverna, de Platão

– Conceito de sistema

– Emergência e teleologia

Concepção de Sistemas [18 horas-aula]

– Ver o iceberg todo

– Visualizar Cenários

– Sistemas e suas Ferramentas

– Os paradigmas da História

Características de Sistemas [12 horas-aula]

– Características Básica

– Abstração, Definição e Hierarquia

– Representação de Sistemas

– Tipos de construção

– Interação com o ambiente

– Comportamento

Estado e Estabilidade [16 horas-aula]

– Conceito de Estado de um Sistema

– Variáveis de Estado

– Transição de estado

– Representação de transição de estado

– Estabilidade de estados de Sistemas

Uma Metodologia para Desenvolvimento de Sistemas [8 horas-aula]

– Especificação de requisitos

– Exemplos de Aplicações

PLANO DE AULA: (4hs\aula por dia)

1ª semana – Apresentação, Plano de aula – Cap 1 – Introdução a TGS

2ª semana – Cap. 1 Concepção de Sistemas

3ª semana – Cap 2 Concepção de Sistemas – Trabalho para casa

4ª semana – Cap 3 Característica dos sistemas

5ª semana – Cap 3 Característica dos sistemas

6ª semana – Cap 3 Características e filme “Ponto de Mutação”

7ª semana –Entrevista c\ Fritjol Capra e início do Cap.4

8ª semana – Cap. 4 Estados e Estabilidade dos Sistemas 1º teste

9ª semana – Filme sobre TGS e discussão (Home), Exercício em aula –

10ª semana – Cap. 5 Metodologias e Modelos de Sistemas

11ª semana – Aplicações de Sistemas em “IA e Algorítimos Genéticos”

12ª semana – Aplicações e Seminários das equipes 1 e 2

13ª semana – Seminários das equipes: 3, 4, 5, 6 e 7

14ª semana – Seminários das equipes: 8, 9, 10, 11, 12

15ª semana – Fechamento, Revisão e

16ª semana – 2º Teste (final)

17ª semana – Revisão para a Recuperação

18ª semana – Recuperação28-06

Bibliografia Básica

– BERTALANFFY, Ludwig von. Teoria geral dos sistemas. Petropolis: Vozes, 1973. 351p.

– SKYTTNER, Lars. General systems theory: ideas & applications. Singapore: World Scientific, c2001. 459p. ISBN 9810241763

Bibliografia Complementar

– Notas de aula

– CHAUÍ, M. Alegoria da Caverna (contada por Marilena Chauí). Disponível em:

<http://www.geocities.com/philosophiaonline/1024×768/trechos/alegoriamc.htm>. Acesso em 10 mar 2004.

– CHAUI, Marilena de Souza. Convite a filosofia. 5. ed. São Paulo: Atica, 1995. 440p. ISBN

8508047355 : (broch.)

– DAMASIO, Antonio R. O Erro de Descartes : emoção, razão e o cerebro humano. São Paulo:

Companhia das letras, 1996. 330p.

– GOULD, Stephen Jay. Vida maravilhosa: o acaso na evolução e a natureza da historia. São Paulo: Companhia das Letras, 1990. 391p. ISBN 8571641412 (broch.)

– HOFFMAN, Donald D. Inteligencia visual: como criamos o que vemos. Rio de Janeiro: Campus, c2001. 251 p. ISBN 8535207120

– LAGE, Nilson. Ideologia e tecnica da noticia. 3.ed. Florianópolis: Insular: Ed. da UFSC, 2001. 158p.

– REDONDI, Pietro. Galileu heretico. São Paulo: Companhia das Letras, 1991. 453p. ISBN

8571641676 : (broch.)

Programa

IDENTIFICAÇÃO
Professor: Roberto C. S. Pacheco

Disciplina:
Planejamento de Sistemas de Informação e conhecimento

Período: 7o

Créditos: 2

OBJETIVO DO CURSO
? Introduzir os conceitos de planejamento organizacional, planejamento estratégico e suas relações com o planejamento de sistemas de informação.
? Examinar o papel dos sistemas de informação nos meios pelos quais a organização alcança seus objetivos institucionais;
? Considerar os métodos de planejamento estratégico no projeto de sistemas de informação;
? Estudar e aplicar método de desenvolvimento de PSI em uma organização com uso de ferramenta de projetos de PSI.

EMENTA
I. FUNDAMENTOS: Planejamento Estratégico (PE) em organizações e o papel dos sistemas de informação (conceito de PE, alinhamento entre PE e PSI). Sistemas de informação e o processo de tomada de decisão em organizações (e.g., sistemas de informação para executivos; sistemas de apoio à decisão, etc.). II. CONTEXTO EM TI. Arquitetura em Tecnologia da Informação e sua relação com PSI. III. MÉTODOS E APLICAÇÃO. Processos, abordagens e métodos de desenvolvimento de PSI. Caso prático de desenvolvimento de PSI.

HABILIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS NA DISCIPLINA
A disciplina de Planejamento de Sistemas de Informação contribui na formação das seguintes habilidades de seus alunos:
habilidades pessoais: pensamento sistêmico; pensamento crítico e capacidade de gestão e análise de riscos;
habilidades interpessoais: trabalho colaborativo e capacidade de resolução coletiva de problemas;
conhecimentos técnicos: relacionamento entre o conhecimento de disciplinas de cunho tecnológico com o seu contexto no ambiente organizacional e aplicação de ferramentas tecnológicas em análise situacional em organizações.
participação na atividade de planejamento estratégico para o desenvolvimento de sistemas de informação;
utilizar métodos de análise estratégica no estabelecimento das políticas de tecnologia da informação em uma organização;
identificar e alinhar os sistemas de informação da organização em consonância com seu processo de tomada de decisão;
identificar as necessidades por informação de uma organização, sua arquitetura de sistemas e estabelecer o planejamento em gestão da informação;
identificar e avaliar o efeito de mudanças no negócio ou na gestão no planejamento dos sistemas de informação de uma organização.

CURSOS/SEMESTRE

Sistemas de Informação

NOME DA DISCIPLINA

Comércio Eletrônico

CARÁTER DA DISCIPLINA

( ) Obrigatória (X) Optativa

PRÉ-REQUISITO

Não há.

PRÉ-REQUISITO PARALELO

Não há.

CÓDIGO

EGC5017

DEPARTAMENTO

Engenharia do Conhecimento

CARGA HORÁRIA TOTAL

72 h/a

CRÉDITOS

4

NATUREZA DA CARGA

HORÁRIA

Teórica: 72

Prática: 0

PROFESSORES RESPONSÁVEIS

Rogério Cid Bastos

OBJETIVOS

Geral: Estudar as metodologias e tecnologias associadas na criação e preparação de negócios para a utilização dos canais eletrônicos, compreendendo e descrevendo as várias categorias desta forma de negociação, bem como as principais estratégias utilizadas em comércio eletrônico.

Específicos:

– Estudar modelos de comércio eletrônico.

– Compreender a história e o desenvolvimento do comércio eletrônico em nível global.

– Estudar aspectos de infra-estrutura necessários para realizar Comércio Eletrônico.

– Familiarizar-se com questões complexas associadas ao comércio eletrônico como, por exemplo, modelos de negócio, segurança, ética, questões políticas e legais, logística, marketing e publicidade, etc.

– Estudar mecanismos de geração e desenvolvimento de ferramentas visando realizar negócios na rede Internet.

– Estudar estratégias de implantação e utilização de comercio eletrônico.

– Identificar potencialidades de inovação na área de comércio eletrônico.

EMENTA

Modelos de Comércio Eletrônico; Comércio Eletrônico e o Ambiente Empresarial; Aspectos de Comércio Eletrônico; Linguagens e Ambientes apropriados; Estrutura de Análise de Comércio Eletrônico; Situação Atual e Tendências.

cONTEÚDO pROGRAMÁTICO

1) Modelos de Comércio Eletrônico [14 horas-aula]

– Iniciando comércio eletrônico

– Modelos de Comércio Eletrônico

2) Comércio Eletrônico e o Ambiente Empresarial [10 horas-aula]

– Ambientes

– Infra-estrutura

3) Aspectos de Comércio Eletrônico [12 horas-aula]

– Segurança e Sistemas de Pagamento

– QoS

– Marketing e Comunicação em Comércio Eletrônico

4) Linguagens e Ambientes apropriados [12 horas-aula]

– Manutenção e Otimização de Sites

– Soluções de comércio eletrônico

5) Estrutura de Análise de Comércio Eletrônico [12 horas-aula]

– Questões éticas, sociais e políticas.

– Provedores de serviços para aplicações de comércio eletrônico

6) Situação Atual e Tendências [12 horas-aula]

– Estudo de Casos

– Tendências de Hardware; Software e de Comportamento

BIBLIOGRAFIA

Bibliografia Básica:

– Ao longo do semestre, a bibliografia é acrescida com a indicação de artigos publicados em periódicos científicos e disponibilizados aos alunos, via Portal de Periódicos da CAPES. Este procedimento é adotado tendo em vista o alto grau de inovações que surgem para esta disciplina.

Bibliografia Complementar:

– Barbieri, C. BI-Business Intelligence Modelagem e Tecnologia, Editora Axcel Books, 2001.

– Choi, Stahl & Whinston, The Economics of Eletronic Commerce. 2003.

– Dertouzos, M. A Revolução Inacabada, Editora Futura, 2002.

– Harmon, P. Rosen, M. & Guttman Developing E-Business Systems & Architectures—A Manager's Guide. Academic Press, 2001.

– Laudon, K.C. e Traver, C.G. E-commercer, business, technology, society, Addison Wesley, 2nd Ed., 2004.

– Reynolds, J. The Complete e-commerce Book, CMP Books, 2nd Ed., 2004.

– Albertin, A.L., Comércio Eletrônico Modelo, Aspectos e Contribuições de sua Aplicação, 5ª Ed., Editora Atlas, 2004.

Ementa:

Conceitos, tipos e metodologias de inovação. Gestão de mudanças e planejamento estratégico da inovação. Cultura e liderança para inovação. A tecnologia da inovação. Gestão integrada da inovação. Conhecimento como fator de inovação. Metodologias e ferramentas da gestão. Da idéia à inovação. Modelos de negócio para inovação. Conceitos básicos de gerenciamento de projetos. Planejamento e estruturação de um projeto. Análise da viabilidade de um projeto. Agências de fomento. Cases

OBJETIVOS:

Geral

Disseminar o empreendedorismo inovador por meio do desenvolvimento de competências sobre os fundamentos da gestão da inovação, gestão do conhecimento (pessoas, processos e tecnologia), planos de negócios inovadores e gestão de projetos.

Específicos

Assimilar os principais conceitos acerca dos Fundamentos da Gestão da Inovação;
Conhecer os modelos de negócio para inovação;
Entender os pilares da gestão do conhecimento;
Assimilar os conceitos básicos acerca do Gerenciamento de Projetos;
Compreender os passos para o planejamento e a elaboração de um projeto;
Conhecer as principais agências de fomento;
Realizar a análise dos cases trazidos pelo Professor;
Estruturar a análise de um case de inovação e apresentar para os colegas.

PROCEDIMENTOS DIDÁTICOS:

AP=Aula Presencial AAD=Aula à distância

T Ó P I C O S Proc. Didático Horas

1. Fundamentos da Gestão da Inovação AAD 8

2. Gestão de Pessoas AAD 8

3. Gestão Tecnológica AAD 4

4. Gestão de Processos AAD 8

5. Plano de Negócios Inovadores AAD 8

6. Gestão de Projetos AAD 16

7. Estudo de casos AP 8

8. Avaliação AP 4

AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM:

Realização de atividades semanais via moodle

Uma prova semestral escrita a ser realizada no final do semestre

Apresentação de seminários

Participação nos fóruns de discussão

SISTEMA DE AVALIAÇÃO

Média Semestral (MS)

Qualidade na Participação nos fóruns de discussão (QP)

Atividades semanais (MA) – Média das atividades semanais a serem realizadas via moodle

Seminário (SE)– Apresentação de seminário em dupla

Prova (P)– Avaliação escrita individual no fim do semestre

MS = (QP * 0,1+ MA * 0,2 + SE * 0,3 + P * 0,4)

Alunos com MS entre 3,0 e 5,74 e freqüência suficiente poderão fazer recuperação (nos moldes da legislação da UFSC: nota final = MS + REC / 2. MS inferior a 3,0 estarão reprovados.

BIBLIOGRAFIA:

Básica

CORAL, Eliza; OGLIARI, Andre; ABREU, Aline França de. Gestão integrada da inovação:estratégia, organização e desenvolvimento de produtos. São Paulo: Atlas 2008. xxii, 269 p. : ISBN 978-85-224-4976-7 (7 exemplares na BU).

TIDD, Joe; BESSANT, John; PAVITT, Keith. . Gestão da inovação. 3. ed São Paulo (SP): Bookman, 2008. xvi, 600p. ISBN 9788577802029 (3 exemplares na BU).

MATTOS, João Roberto Loureiro de; GUIMARÃES, Leonam dos Santos. Gestão da tecnologia e inovação: uma abordagem prática. São Paulo: Saraiva, 2005. xviii, 278 p. ISBN 9788502049888 (3 exemplares – Araranguá).

PREDEBON, Jose. Criatividade – Abrindo o lado inovador da mente: um caminho para o exercício prático dessa potencialidade esquecida ou reprimida quando deixamos de ser crianças. 7ª Ed. São Paulo (SP): Atlas, 2010. 238p. ISBN: 9788522458516 (3 exemplares na BU).

Complementar

DAVILA, T.; EPSTEIN, M.; SHELTON, R. As regras da inovação. Porto Alegre, Editora Bookman, 2007.

DOMINGOS, C. Oportunidades disfarçadas: histórias reais de empresas que transformaram problemas em oportunidades. Rio de Janeiro, Editora Sextante, 2009 (2 exemplares na BU).

KIM, W. C.; MAUBORGNE, R. A estratégia do oceano azul: como criar novos mercados e tornar a concorrência irrelevante. 20ª ed., Rio de Janeiro, Editora Campus/Symnetics, 2005. (1 exemplar da 20ª edição (2005) + 5 exemplares da 8ª edição (2005) na BU)

MOREIRA, D. A.; QUEIROZ, A. C. S. Inovação organizacional e tecnológica. São Paulo, Thomson, 2007.

SVEIBY, K. E.. A nova riqueza das organizações. Tradução: Luiz Euclides Frazão Filho. Rio de Janeiro: Campus, 1998. (1 exemplar da 7ª edição (2003) + 8 exemplares da edição de 1998 na BU).

TAKAHASHI, S. Gestão de inovação de produto. Rio de Janeiro, Editora Elsevier, 2007.

TIGRE, P. B. Gestão da inovação: a economia da tecnologia do Brasil. Rio de Janeiro, Editora Elsevier, 2006

VARGAS, R.V. Gerenciamneto de projetos: estabelecendo diferenciais competitivos. 6.ed Rio de Janeiro: Brasport, 2005. (2 exemplares da 4ª edição (2002) + 2 exemplares da 5ª edição (2003) + 2 exemplares da 6ª edição (2005) na BU).

Manuais

TEMAGUIDE. Pautas Metodológicas em Gestión de La Tecnologia y de la Innovación para Empresas. Tomo 1. Introdución, Presentación, CD y Módulo I: “Perspectiva Empresarial”. Cotec -Fundación Cotec para La Innovación Tecnológica. Madrid, 1999. Arquivo em pdf..

MBC/FINEP. Kit metodológico para a inovação empresarial. Brasília, MBC, 2008.

MBC/FINEP/MCT. Manual de inovação. Brasília, MBC, 2008.

OCDE. Manual de Oslo – Diretrizes para a coleta e interpretação de dados sobre Inovação. 3ª ed., Tradução FINEP, 2007, Disponível em: www.finep.org.br.

VARGAS, R.V. Manual prático do Plano de projetos: utilizando o PMBOK@ guide, 4ed Rio de Janeiro: Brasport, 2009. (33 exemplares da 4ª edição na BU).

EMENTA

Introdução ao Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVA). Processo de ensino e aprendizagem em um AVA em diferentes contextos. Tecnologia em AVAs. Análise e prática didática com as ferramentas de um AVA. Avaliação de usabilidade de um AVA. Novas tendências em e-learning e e-training corporativos. Análise, modelagem e desenvolvimento de protótipo de um AVA.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

UNIDADE 1- Introdução ao Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVA)

UNIDADE 2- Processo de ensino e aprendizagem em um AVA em diferentes contextos.

UNIDADE 3- Tecnologia em AVAs.

UNIDADE 4- Análise e prática didática com as ferramentas de um AVA.

UNIDADE 5- Avaliação de usabilidade de um AVA.

UNIDADE 6- Novas tendências em e-learning e e-training corporativos.

UNIDADE 7- Análise, modelagem e desenvolvimento de protótipo de um AVA.

BIBLIOGRAFIA

PEREIRA, Alice Cybis. AVA: ambientes virtuais de aprendizagem em diferentes contextos. São Paulo: Ciência Moderna, 2007.

BARBOSA, Rommel Melgaço (Org.). Ambientes virtuais de aprendizagem. Porto Alegre: Artmed, 2005.

VALENTE, Carlos; MATTAR, João. Second Life e WEB 2.0 na Educação: o potencial revolucionário das novas tecnologias. São Paulo: Novatec editora, 2007.

1. Bibliografia Complementar

FILATRO, Andrea. Design instrucional na prática. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2008.

RAMOS, Daniela Karine. Cursos on-line: planejamento e organização. Florianópolis: Ed. Da UFSC. 2010. 156p.

CASTRO, N. et al. Ambiente virtual de aprendizagem: características e reflexões. Cuiabá: UFMT, 2001.

MONTEZ, C.; BECKER, Valdecir. TV digital interativa: conceitos, desafios e perspectivas para o Brasil. 2. ed. Florianópolis: Editora da UFSC, 2005.

MACHADO JUNIOR, Felipe Stanque. Interatividade e interface em um ambiente virtual de aprendizagem. Passo Fundo : IMED, 2008.

-Os livros acima citados constam na Biblioteca Universitária e Setorial de Araranguá. Algumas bibliografias também podem ser encontradas no acervo da disciplina, via sistema Moodle.

EMENTA

Definição de Redes sociais e suas influências culturais, organizacionais e tecnológicas. Tipologia de redes. Noções de comunidade de prática. Análise e avaliação de redes sociais virtuais e comunidades de prática. Estudos de caso e ou análise de recursos e ferramentas tecnológicas de análise de redes.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

UNIDADE 1- Introdução aos conceitos de redes sociais. Tipologia de redes.

UNIDADE 2- Processo de ensino e aprendizagem e o uso de redes sociais na educação.

UNIDADE 3- Redes sociais e suas influências culturais, organizacionais e tecnológicas.

UNIDADE 4- Tecnologia em Redes Sociais e virtuais.

UNIDADE 5- Avaliação de usabilidade de ferramentas de redes sociais virtuais.

UNIDADE 6- Novas tendências e o uso de redes sociais no mundo corporativo.

UNIDADE 7- Análise e avaliação de redes sociais virtuais e comunidades de prática.

UNIDADE 8- Estudos de caso e ou análise de recursos e ferramentas tecnológicas de análise de redes.

BIBLIOGRAFIA

CASTELLS, Manuel. A Sociedade em rede. São Paulo: Paz e Terra, 2007, 11ª edição. 510 p.
GOFFMAN, Ken; JOY, Dan. Contracultura através dos tempos: do mito de prometeu à cultura digital. Rio de Janeiro: Ediouro, 2007.
TEIXEIRA FILHO, Jayme. Comunidades Virtuais: Como As Comunidades de Práticas na Internet estão Mudando os Negócios. Rio de Janeiro: Ed. Senac, 2002.

1. Bibliografia Complementar

JOHNSON, S. Cultura da Interface: como o computador transforma nossa maneira de criar e comunicar. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001.
WENGER, E; Snyder, W.M. Communities of Practice: The Organizational Frontier. Harvard Business Review, january-february 2000, p. 139-145.
LEMOS, André. Cibercultura: tecnologia e vida social na cultura contemporânea. Porto Alegre: Sulina, 2002.
PALLOFF, R.M; PRATT, K. Construindo comunidades de aprendizagem no ciberespaço: estratégias eficientes para a sala de aula online. Porto Alegre: Artmed, 2002.

EMENTA

Valor do Conhecimento. Conceitos Básicos da Engenharia do Conhecimento. Conceitos básicos da Gestão do Conhecimento. Componentes de um modelo de conhecimento. Modelos de Conhecimento Padrões. Construção de um modelo de Conhecimento. Técnicas de elicitação do conhecimento. Ferramentas.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

1) Valor do Conhecimento:

Sociedade da Informação e do conhecimento;

Diferença entre dado, informação e conhecimento;

Conhecimento explícito e implícito.

2) Conceitos Básicos da Engenharia do Conhecimento (EC):

Histórico;

Princípios da EC;

Agentes num processo de Gestão e Engenharia do Conheciemento;

Terminologia.

3) Conceitos Básicos da Gestão do Conhecimento:

Por que os apectos organizacionais são tão importantes.

BIBLIOGRAFIA

SCHREIBER, G.; AKKERMANS, H.; ANJEWIERDEN, A.; HOOG, R; SHADBOLT, N.; VELDE, W. V.; WIELINGA, B.. Knowledge engineering and management: the commonKADS methodology. Massachusetts: MIT Press, 2002.

STEWART, T. A. Capital Intelectual – a nova vantagem competitiva das empresas. Rio de Janeiro: Campus, 1998.

EMENTA

Inovação. Empreendedorismo Inovador. Gestão de Projetos. Plano de negócios.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Conceito de Inovação, Tipos de Inovação, Atividades de Inovação, Fatores que influenciam a inovação, Impactos da Inovação, Ambientes que favorecem a inovação, Grupos de gerenciamento da Inovação, Inovação em Serviços, Inovação em Indústrias, Inovação em Pequenas e médias empresas, Insumos para a inovação, Incentivos e obstáculos à inovação, distinção entre tipos de inovação, mudanças que não são consideradas inovação, classificação por fontes de financiamento, empresas inovadoras em diferentes países. Métodos em tecnologias e gestão tecnológica com vistas à inovação. Modelos, ferramentas e gestão da inovação. Gestão de projetos. Gerência de equipes. Trabalho em rede. Elaboração de um plano de negócios.

BIBLIOGRAFIA

BIAGIO, L.A. e BATOCCHIO, A. Plano de negócios, estratégia para micro e pequena empresa. Ed. Manole, 2008

BARON, R. SHANE, B. Empreendorismo uma visão do processo. SP: Thomson, 2008.

BERBARDI, L.A. Manual de Plano de Negócios. SP: Atlas, 2008.

BIZOTTO, C. N. Plano de negócios para empreendedores inovadores. SP: Atlas, 2007.

DORNELAS, J. Empreendedorismo corporativo. SP: Campus, 2007.

MOREIRA, C. KELLING R. e CATTINI, Jr. Gestão de Projetos. SP: Saraiva, 2008.

ANUNCIAÇÃO, H. Gestão de projetos e as melhores práticas. SP: Ciência Moderna, 2008.

Manual de Oslo. Site www.finep.gov.br

Spillovers. www.anpec.gov.br

TEMAGUIDE- Pautas Metodológicas em gestión de la tecnología y de la innovación para empresas.Cotec. 2008.

EMENTA

Visão geral; fundamentos e problemas da inteligência artificial e da ciência cognitiva; relação entre Inteligência Artificial e Engenharia do Conhecimento; visão geral das principais técnicas de IA; aplicações e implementação em software de técnicas de inteligência artificial.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

1) Histórico e estado da arte em inteligência artificial

2) Engenharia do Conhecimento e inteligência artificial

3) Representação do Conhecimento

4) Principais Técnicas de Inteligência Artificial (Conjuntos Difusos, Redes Neurais Artificiais, Algoritmos Genéticos, …)

5) Programação em Software de técnicas de Inteligência Artificial

6) Aplicações

BIBLIOGRAFIA

Russell, S., Norvig, P. Artificial Intelligence – A Modern Approach, Prentice-Hall International, Inc, 1995.

RESENDE, S. Sistemas Inteligentes – Fundamentos e Aplicações. Ed. Manole, 2002

Outras referências

BISHOP, C. M. Neural Networks for Pattern Recognition, Clarendon Press, New York. 1995, 482p.

Bishop, Ripley Pattern Recognition and Neural Networks. Addison &Wesley, 1996.

FAUSETT, L. V. Fundamentals of Neural Networks. Architectures, Algorithms and Applications, Prentice Hall International, Inc., New Jersey. 1994. 452p.

Kandel, Abraham, Fuzzy Mathematical Techniques With Applications, Addison – Wesley, Reading, MA, USA, 1986.

Kasabov, N. K. Foundations of Neural Networks, Fuzzy Systems, and Knowledge Engineering. MIT Press. Londres, 1998.

Kendal, S. e Creen, M. An Introduction to Knowledge Engineering. Springer. 290 p. 2007.

Klir, George & Yuan, Bo, Fuzzy Sets and Fuzzy Logic: Theory and Applications, Prentice Hall, USA, 1995. ISBN: 0 – 13 – 101171 – 5

Oliveira, H. A. J. Inteligência Computacional Aplicada À Administração, Economia E Engenharia Em Matlab. Ed. Thomson Learning.

Pandya, Abhijit S. & Macy, Robert B. Pattern Recognition with Neural Networks in C++. CRC Press & IEEE Press, 1996.

Ross, Timothy J., Fuzzy Logic with Engineering Applications, McGraw-Hill, USA, 1995. ISBN: 0 – 07 – 053917 -0

Schalkoff, Robert. Pattern Recognition: Statistical, Structural and Neural Approaches. John Wiley & Sons, 1992.

VAZ, C. A. Desenvolvimento de Interface Gráfica em Ambiente MATLAB. ISBN: 978-85-905800-1-6, p. 76. (Livro Digital)

Zadeh, L. A. & Kacprzyk, J., (Editors), Fuzzy Logic for the Management of Uncertainty, John Wiley, New York, 1992.

EMENTA
Conceitos, abordagem cognitivista, técnicas e exercícios de criatividade. O processo criativo. Características da pessoa criativa. Como estimular a criatividade. Técnicas e Exercícios de desenvolvimento da criatividade.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Inovação:
-Importância, definições e modelos de inovação; motivação para a inovação.
-Gestão da inovação: Organização para a inovação: nome; logomarca; estrutura
organizacional; cenário atual da empresa; recursos humanos; projetos atuais.
Gestão da inovação: planejamento estratégico da inovação; inteligência
competitiva o Planejamento estratégico da inovação: análise ambiental (análise swot;
análise de stakeholders; modelo vrio); visão; missão; estratégias; plano
de ação (5w2h).
o Inteligência competitiva: fontes de informação a monitorar; relatórios de
inteligência; rede de inteligência; necessidade de informação.
-Gestão da inovação: planejamento de produtos e projetos de inovação; processo
de projeto para inovação; oportunidades de inovação; ideias para inovação;
ideias avaliadas e selecionadas; projetos planejados.
-Gestão da inovação: indicadores de inovação; financiamento para a inovação

Criatividade
-Introdução a criatividade: inteligências múltiplas; o processo criativo;
ingredientes da criatividade; características das pessoas criativas; bloqueadores e
desbloqueadores. clima criativo; livro Ócio Criativo de Domenico Demasi;
criatividade nas organizações.
-Técnicas de criatividade: Brainstorming Clássico; Brainwriting 6-3-5;
Associações e Analogias Palavra-Figura; TILMAG; Tecnica Nominal de Grupo;
Diagrama de Interrelacionamento com Diagrama de Afinidade; matrizes de
priorização; Ferramenta Pugh de Seleção de Novos Conceitos.

Relação sociedade e meio ambiente; Desenvolvimento Sustentável – conceitos e implicações para a sociedade e organizações; Dimensões da Sustentabilidade: Econômica, Social, Ambiental, Públicas e Privadas no contexto da Sustentabilidade; Elementos de Política Ambiental; Instrumentos de Regulação e Controle x Instrumentos Econômicos; Princípios da Economia Ecológica; Contabilidade Ambiental; Gestão Ambiental; Sistemas de Informação e Indicadores de Sustentabilidade.
EMENTA

A construção do conhecimento através da argumentação e raciocínio lógico. Argumentos. Estrutura de argumentos. Cálculo proposicional e Enunciado Categóricos. Pensamento Indutivo e dedutivo. Validade e verdade de argumentos. Argumentos sólidos e Cogente. Falácias. Erros nos argumentos falaciosos. Introdução ao pensamento crítico.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Linguagem da lógica e Raciocínio Lógico
Proposições e argumentos lógicos.
Categoria e enunciados predicativos.
Técnicas de prova para argumentos válidos.
Representação da argumentação dedutiva e indutiva.
Representação do Conhecimento
Pensamento crítico.

BIBLIOGRAFIA

Alves, Alaor Caffe Lógica – Pensamento Formal e Argumentação. Editora Quartier Latin.

Carnielli, Walter Pensamento Crítico – O Poder da Lógica e da Argumentação. Ed. Rideel, 2ª Ed. 2010

NOLT, John, ROHATYN, Dennis. Lógica. São Paulo: Schaum McGraw-Hill, 1991

1. Bibliografia Complementar

AS,ILYDIO PEREIRA,Raciocínio Lógico. Editora Moderna.

ALENCAR, Edgar F. Iniciação à lógica matemática. 18ª ed. São Paulo: Livraria Nobel S. A., 2000.

COPI, Irving. Introdução à Lógica. São Paulo: Mestre Jou, 1978.

COSTA, N. da. Ensaio sobre os Fundamentos da Lógica. São Paulo: Hucitec, 1994.

Fávaro, Silvio; Filho, Osmir Kmeteuk , Noções de Lógica e Matemática Básica, Ciência Moderna.

Hegel, Georg W. F. Lógica I. Editora Folio, 2002.

Hegel, Georg W. F. Lógica II y III. Editora Folio, 2002.

MATES, Benson. Lógica Matemática Elementar. Madrid: Editora Tecnos, 1987.

MORTARI, Cezar A. Introdução à Lógica. Editora da UNESP, 2001.

NAHRA, Cinara, WEBER, Ivan H. Através da lógica. 4ª ed. Petrópolis: Vozes, 2001.

NEWTON-SMITH, W. H. Lógica: um curso introdutório. Lisboa: Editora Gradiva,

OLIVEIRA, A. J. F. de. Lógica e aritmética. Brasí­lia: Editora UnB, 2004.

SÉRATES, J. Raciocí­nio lógico: lógico matemático, lógico quantitativo, lógico numérico, lógico analí­tico, lógico crí­tico. 5ª ed. Brasí­lia: Gráfica e Editora Olí­mpica Ltda, 1997.

SOARES, Edvaldo. Fundamentos de Lógica. Elementos de Lógica Formal e Teoria da Argumentação. São Paulo: Atlas S. A., 2003.

STEWART, T. A Riqueza do Conhecimento. Rio de Janeiro: Campus, 2002.

THIRY, Philippe. Noções de Lógica, Edições 70, Lda, 1996.

Tomassi, Paul. Logic, Routledge, 2004.

EMENTA

A construção do conhecimento através do raciocínio quantitativo. Conceitos matemáticos para a representação do conhecimento quantitativo: matemática básica, probabilidade, estatística e matemática financeira. Modelagem e resolução de problemas quantitativos: tradução em equações e relações, interpretação de fórmulas, resolução de problema.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

– Técnicas de Resolução de problemas quantitativos.

– Resolução de problemas

– Revisão de conteúdos de matemática necessários para resolução do problema: matemática básica, probabilidade, estatística e matemática financeira

BIBLIOGRAFIA

ANDERSON, David R.; SWEENEY, Dennis J. e WILLIAM, Thomas A. Estatística Aplicada à Administração e Economia. São Paulo: Thomson Pioneira, 2003.

ASSAF NETO, Alexandre. Matemática financeira e suas aplicações. 9 ed. São Paulo: Atlas, 2006.

BELLO, I. & BRITTON, J. Topics in contemporary mathematics. New York: Houghton Mifflin Company, 2000.

BUSSAB, W. O., MORETTIN, P. A. Estatística básica. 5ª ed. São Paulo: Saraiva, 2002.

CRESPO, A. Arnot. Matemática comercial e financeira fácil. 13 ed. São Paulo: Saraiva, 2001, 5ª tiragem, 2003.

DOLCE, Oswaldo e POMPEO, Jose Nicolau. Fundamentos de Matemática Elementar: Geometria Plana. Volume 9 e 10. São Paulo: Editora Atual, 2005.

GIOVANNI, J. R. e outros. Matemática fundamental. São Paulo: FTD S. A., 1998.

HARIKI, Seiji; ABDOUNUR, Oscar J. Matemática aplicada: administração, economia e contabilidade. São Paulo: Saraiva, 1999.

HAZZAN, Samuel e IEZZI, Gelson. Fundamentos de Matemática Elementar: Combinatória, Binômio e Probabilidade. Volume 1-12. São Paulo: Editora Atual, 2006.

HOFFMANN, L. D. e BRADLEY, G. L. Cálculo – um curso moderno e suas aplicações. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Cientí­ficos Editora S. A., 2002.

IEZZI, Gelson; DOLCE, Oswaldo; DEGENSZAJN, David e PERIGO, Roberto. Matemática. Volume Único. São Paulo: Editora Atual, 2002. 660p.

LARSON, R. E.; HOSTETLER R. P. e EDWARDS B. H. Cálculo com aplicações. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos S. A., 2005.

LEITHOLD, L. Matemática aplicada à economia e administração. São Paulo: Harbra, 1988.

SÉRATES, J. Raciocí­nio lógico: lógico matemático, lógico quantitativo, lógico numérico, lógico analí­tico, lógico crí­tico. 5ª ed. Brasí­lia: Gráfica e Editora Olí­mpica Ltda, 1997.

SILVA, Fernando César Marra e, ABRÃO, Mariângela.Matemática básica para decisões administrativas. São Paulo: Atlas, 2007.

STEWART, T. A Riqueza do Conhecimento. Rio de Janeiro: Campus, 2002.

VIEIRA SOBRINHO, J. D. Matemática financeira. 7ª ed. São Paulo: Atlas S. A., 2000.

STEWART, T. A Riqueza do Conhecimento., Rio de Janeiro: Campus, 2002.

CURSOS/SEMESTRE

MATEMÁTICA – – Habilitação Licenciatura

NOME DA DISCIPLINA

PROJETOS INTERDISCIPLINARES I

CARÁTER DA DISCIPLINA

( X ) Obrigatória ( ) Optativa

PRÉ-REQUISITO

MTM 7122 – Laboratório de Matemática II

PRÉ-REQUISITO PARALELO

CÓDIGO

EGC 5034

DEPARTAMENTO

Engenharia de Conhecimento

CARGA HORÁRIA TOTAL

90 hs

CRÉDITOS

5

NATUREZA DA CARGA

HORÁRIA

Teórica: 2

Prática: 3

PROFESSORES RESPONSÁVEIS

JOÃO ARTUR DE SOUZA

GERTRUDES APARECIDA DANDOLINI

OBJETIVOS

Objetivo Geral: Desenvolver nos estudantes competências quanto a elaboração, desenvolvimento e disseminação dos resultados de projeto interdisciplinares de ensino, extensão e laboratórios de ensino.

Objetivos específicos: Capacitar o aluno para:

– Entender o papel do pesquisador

– Compreender os tipos de pesquisa e as diversas técnicas/métodos

– Compreender as fases de um projeto: planejamento, elaboração, execução, análise dos dados, e divulgação.

– Elaborar projeto de ensino, extensão e de laboratório de ensino

EMENTA

Metodologia interdisciplinar. Projetos interdisciplinares. Projetos de ensino, de extensão e de laboratório. Ferramentas tecnológicas no processo do ensino e aprendizagem

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

I) Metodologia interdisciplinar

– Interdisciplinaridade

– O papel do pesquisador

– Processo de pesquisa

– Abordagens quantitativas, qualitativas e mista: convergências e controvérsias.

– Modelos de pesquisa

– Coleta de dados.

– Análise de dados

II) Projetos interdisciplinares

– Projeto de Ensino

– Projeto de extensão

– Projeto de Laboratórios de ensino

III) Elaboração de Projetos

– Planejamento de projeto de ensino, extensão ou laboratório

– Revisão de Literatura

– Elaboração de projeto

– Elaboração de relatório

– Prática pedagógica como componente curricular (PPCC)

– Formação da identidade do professor como pesquisador e educador

IV) Ferramentas tecnológicas no processo do ensino e da aprendizagem

– Integração da informática ao ensino (Tecnologias aplicadas à educação)

– Laboratórios de informática – Aulas práticas

Bibliografia

KINCHELOE, J. L.;BERRY, K. S. Pesquisa em Educação. Porto Alegre: Penso, 2007.

SAMPIERE, R. H. COLLADO, C. F. LUCIO, P. B. Metodologia de pesquisa. São Paulo: Ed. Mc-Graw-Hill, 2006.

BORBA, Marcelo C.; ARAÚJO, Jussara L. (Orgs.). Pesquisa Qualitativa em Educação Matemática. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2004. 118 p.

BASSANEZI, R. C. Ensino-aprendizagem com modelagem matemática. São Paulo: Contexto, 2002.

MARTINS SANTOS, M – O trabalho com Projetos de Pesquisa – Do ensino fundamental ao ensino médio; 3ª edição; Papirus; 2003.

KUHN, T. S. A estrutura das revoluções científicas. 2. ed. São Paulo: Perspectiva, 1978.

_____. A função do dogma na investigação científica. In: DEUS, J. D. (Org.). A crítica da ciência. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1979.

Lima, E.L. et al. Temas e Problemas. Rio de Janeiro: SBM, 2003

_______________.Temas e Problemas Elementares. Rio de Janeiro: SBM, 2003

Lima, E.L. Matemática e Ensino. Rio de Janeiro: SBM, 2003

La ima, E.L. (editor) Exame de textos: Análise de livros de Matemática para o Ensino Médio. Rio de Janeiro: SBM, 2007.

LAKATOS, I. & MUSGRAVE, A. (Org.). A crítica e o desenvolvimento do conhecimento. São Paulo: Cultrix/Edusp, 1979.

Artigos de periódicos.

CURSOS/SEMESTRE

MATEMÁTICA – Habilitação Licenciatura

NOME DA DISCIPLINA

PROJETOS INTERDISCIPLINARES II

CARÁTER DA DISCIPLINA

( X ) Obrigatória ( ) Optativa

PRÉ-REQUISITO

EGC 5034 – Projetos interdisciplinares I

PRÉ-REQUISITO PARALELO

CÓDIGO

EGC 5035

DEPARTAMENTO

Engenharia de Conhecimento

CARGA HORÁRIA TOTAL

90 hs

CRÉDITOS

5

NATUREZA DA CARGA

HORÁRIA

Teórica: 2

Prática: 3

PROFESSORES RESPONSÁVEIS

JOÃO ARTUR DE SOUZA

GERTRUDES APARECIDA DANDOLINI

OBJETIVOS

Objetivo Geral: Desenvolver nos estudantes competências quanto a elaboração, desenvolvimento e disseminação dos resultados de projeto de pesquisa, ensino e extensão.

Objetivos específicos: Capacitar o aluno para:

– Aplicar projetos de extensão, ensino ou de laboratório

– Elaborar projetos de pesquisa

– Elaborar relatórios

– Elaborar artigos científicos

EMENTA

Execução de um projeto extensão, ensino ou de laboratório. Elaboração de projeto de pesquisa. Projeto de tecnologias aplicadas ao ensino. Elaboração de relatório. Elaboração de artigos.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Aplicação de Projeto de Extensão, ensino ou de laboratório: Coleta e análise de dados. Elaboração de relatório.

Projeto de pesquisa: Bibliometria, análise sistemática da literatura, fundamentação teórica, Elaboração de projeto de pesquisa

Análise e discussão do papel da informática, e das tecnologias na Educação. A ferramenta tecnológica como recurso no processo de ensino-aprendizagem, Inserção da informática nos conteúdos programáticos. A pratica pedagógica como componente curricular.

Métodos e Técnicas para o desenvolvimento de pesquisa

Elaboração de artigos

Bibliografia

KINCHELOE, J. L.;BERRY, K. S. Pesquisa em Educação. Porto Alegre: Penso, 2007.
SAMPIERE, R. H. COLLADO, C. F. LUCIO, P. B. Metodologia de pesquisa. São Paulo: Ed. Mc-Graw-Hill, 2006.
BORBA, Marcelo C.; ARAÚJO, Jussara L. (Orgs.). Pesquisa Qualitativa em Educação Matemática. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2004. 118 p.
BASSANEZI, R. C. Ensino-aprendizagem com modelagem matemática. São Paulo: Contexto, 2002.
MARTINS SANTOS, M – O trabalho com Projetos de Pesquisa – Do ensino fundamental ao ensino médio; 3ª edição; Papirus; 2003.
KUHN, T. S. A estrutura das revoluções científicas. 2. ed. São Paulo: Perspectiva, 1978.
_____. A função do dogma na investigação científica. In: DEUS, J. D. (Org.). A crítica da ciência. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1979.
Lima, E.L. et al. Temas e Problemas. Rio de Janeiro: SBM, 2003
_______________.Temas e Problemas Elementares. Rio de Janeiro: SBM, 2003
Lima, E.L. Matemática e Ensino. Rio de Janeiro: SBM, 2003
La ima, E.L. (editor) Exame de textos: Análise de livros de Matemática para o Ensino Médio. Rio de Janeiro: SBM, 2007.
LAKATOS, I. & MUSGRAVE, A. (Org.). A crítica e o desenvolvimento do conhecimento. São Paulo: Cultrix/Edusp, 1979.
Artigos de periódicos.

Planejamento financeiro; processo de planejamento financeiro pessoal, objetivos, necessidades e prioridades do cliente; nível de tolerância ao risco; coleta de dados; relacionamento com o mercado e instituições; desenvolvimento e apresentação de um plano financeiro; implementação e monitoramento.

PROGRAMA

1. Comportamento humano: personalidade e resistências a mudanças; perfis psicológicos; fatores restritivos da personalidade;administrando as emoções e os conflitos.

2. Valores culturais e a personalidade, stress, mudanças e plano de ação.

3. Operações de Crédito; Conceitos básicos de crédito.

4. Análise e seleção de seguros e previdência privada; conceitos básicos de seguros; riscos e exposição ao risco; seguros de pessoas; seguro de vida; seguro saúde.

5. Fundamentos de previdência privada; benefícios; previdência social e previdência privada; órgãos regulatórios; características específicas; perfil do investidor.

6. Investimento imobiliário.

7. Investimento e gestão de risco; Intermediação financeira; eficiência dos mercados e instituições financeiras; Alocação patrimonial (asset allocation). Avaliação dos principais produtos financeiros negociados no mercado; fundos de investimentos; mercado de títulos de renda fixa e de renda variável no Brasil.

8. Investimento em Tesouro Direto.

9. Investimento em Renda Variável – ações.

10. Comportamento do investidor perante o risco; teoria de carteiras; diversificação; opções; derivativos; riscos com derivativos.